Parceria: Autora Gislaine Oliveira

sexta-feira, 30 de setembro de 2016
É com muito prazer que anuncio a primeira parceria do blog com uma autora e também uma grande amiga de profissão: Gislaine Oliveira. (Para os íntimos, tipo eu, é só Gih.)
Ela abriu parcerias com blogs e claro que fiz questão de me candidatar.
Bem , vocês só conhecem um pouco a Gih aqui no blog porque eu falo dela. Ela vive me indicando para tag e até já leu alguns livros só por minha causa. E claro, já li uns dois livros dela também.
Pode-se dizer que estamos oficializando algo que já existia! haha
Enfim, segue uma apresentação da Gih e alguns dos livros dela.


"Eu já era escritora, antes mesmo de aprender a ler."   (Gislaine Oliveira)

Gislaine Oliveira é uma gaúcha nascida em outubro de 1993. Essa garota viu na literatura uma forma de salvar o mundo. Não apenas dos dragões ou das bruxas malvadas, mas também de todos os estereótipos e preconceitos presentes na sociedade. Desde que ela descobriu isso, vem lutando para proteger o mundo através das palavras.




 Sinopse: Déia vai trabalhar em uma grande empresa e conhece Diego, o senhor multinacional. Ele é lindo e ela se apaixonaria fácil por ele se não fosse apaixonada pelo Lucas seu ex. E se, o chefe não fosse tão arrogante. O que acontece porém é que os dois terão que dividir o mesmo escritório e no meio de tantos papéis e documentos acabam descobrindo que tem muito em comum.

Minha Resenha  / Leia no Wattpad


Sinopse: Prever o futuro em sonhos era um dom divertido para Rita. Até ela sonhar com o próprio casamento, cujo noivo não é Felipe, seu amado namorado. Ao saberem disso, os dois partem junto com os amigos numa jornada para mudar esse cruel destino. Mas tudo se complica quando Rita conhece Thiago, o noivo.

"Minha vida tinha se transformado numa tentativa desesperada de não perder Rita. Nem mesmo por um segundo." - Felipe.

Minha Resenha



 Sinopse: O que você faria se tivesse a oportunidade de viver um conto de fadas? Pois Cinddy não fica nada feliz com essa situação e acaba arrumando grandes confusões em uma das histórias mais famosas de todos os tempos. "Cinddy é uma garota normal, mas que um dia se encontra perdida dentro de um conto de fadas. Esse poderia ser o sonho de muita gente, mas não o dela. Por que isso tinha que acontecer justamente com Cinddy? Logo ela, que não suporta essa história de príncipe e princesa.
É claro que a menina vai aprontar grandes confusões neste clássico infantil. Afinal, ela é a Cinddy, uma menina forte e independente, que não se deixa abater nem pelas implicâncias das meninas na escola. E agora, levará toda a sua personalidade para a pobre gata borralheira.
Cinddy foi criada com esse propósito: mostrar como uma menina atualizada e decidida iria enfrentar as situações de uma das mais conhecidas princesas. " Gislaine Oliveira

Ainda terei a oportunidade de ler Se eu fosse a Cinderela e vou fazer uma resenha. Mas eu estou mesmo com as expectativas altas. A Gih tem escritos maravilhosos. =D

E para quem não sabe, está rolando um sorteio deste novo livro. Vocês podem participar até o dia 15 de Outubro. Corre lá e não perca essa chance! Sigam as regras e boa sorte! :3

E seja mais que bem-vinda a parceria com o Blog, Gih. Alias, agradeço a confiança e também ter aceitado esta parceria. Tenho certeza que isso só vai dar boa coisa! haha
E claro, não percam a oportunidade de visitar o blog dela: Profissão Escritor.

Vídeo: Questão de Opinião

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Precisamos falar sobre... #5: Uniforme sem gênero e Novo ensino médio

sábado, 24 de setembro de 2016

E lá vamos nós de novo com mais um post deste tipo. Eles sempre se fazem necessários! :3
Polêmicas e mais polêmicas nessa última semana. E serão sobre dois assunto que falarei.
A primeira delas foi sobre o uniforme do Colégio Pedro II, uma escola super tradicional e antiga finalmente tirou o gênero dos seus uniformes.
Ano passado até ocorreu um protesto dos alunos, onde todos usaram saias para apoiar uma menina transsexual que foi proibida de utilizar o uniforme conforme o gênero que se identificava. Enfim, a escola fez o que devia ter sido feito tem anos: deu liberdade aos alunos utilizarem o que quiserem, seja calça ou saia. Não há mais a classificação de gênero no uniforme.
E claro que teve gente no facebook que deu aquela reclamada básica. Dizendo ser um absurdo! Sendo que as pessoas esquecem o que a palavra "liberdade" significa. E ainda querem usar do argumento de que homens não podem usar saias. Mas e os escoceses, gente? Eles usam saia.
E isso me levantou uma questão na cabeça: Roupa precisa de gênero? Ou determina o gênero?
E esse levantamento de "homem não pode usar saia" me fez pensar em como deve ter acontecido quando as mulheres queriam usar calças. Deve ter sido algo bem semelhante, mas hoje é absolutamente normal.
Enfim, nem saia, nem calça, nem rosa, nem azul, vai definir quem você é, vai ser uma representação disso. Homem pode usar saia e rosa, e mulher usar calça e azul. É só uma peça de roupa e uma cor como qualquer outra. E quem se incomoda, é só usar o que mais lhe convém e deixe que os outros usem o que querem. Não lhe diz respeito! Por que é tão complicado para alguns entenderem isso?
O segundo tema é sobre o "novo ensino médio" e eu faço parte do clube que está agradecendo de já ter se formado. Achei até bem legal tem essa dos alunos poderem escolher as disciplinas que mais lhe atraem, porém não gostei da retirada de artes, educação física, filosofia e sociologia.
Admito que reclamava e muito de ter as duas últimas quando estava no ensino médio. Porque eu realmente não via uma utilidade para aquilo, não naquele momento. Só atualmente que eu percebi o quanto essas disciplinas me foram importantes. Eu só consigo fazer posts desses tipo porque eu penso bastante antes de fazer e foi isso que elas me deram: Capacidade de pensar detalhadamente e analisar uma situação seja pessoal ou da sociedade.
E já com essas disciplinas, lá na época em que fiz estágio de letras, em 2011/2012, eu percebia que os alunos não tinham lá tanto pensamento crítico, imagine agora que essas matérias serão retiradas? Quero nem ver!
Ainda lembro uma vez, alias, da vez em que eu fui expulsa do estágio que fazia, porque incentivei os alunos a fazer um abaixo-assinado, pois eles realmente tinham um pedido pertinente. Vou explicar!
Por motivos de evitar que os alunos colassem, os donos do colégio colocaram todos os alunos para fazer prova no pátio, todos juntos e misturados lá mesmo. Assim todos supervisionariam melhor. (Sinceramente, eles não confiavam nos alunos.)
E perto da época de provas seguinte, havia uma obra na rua, onde literalmente abriram a rua para trocar a tubulação e era bem em frente a escola e por conta da poeira e do barulho das máquinas os alunos se preocuparam por conta de pessoas com alergia ou até do barulho tirar a concentração. Eles reclamaram na sala durante a aula e sim, na minha humilde opinião, eram bons argumentos. Então "dei a ideia". E uns dias depois do furdúncio (tudo naquele lugar dava merda, sinceramente), comentavam na secretaria sobre e eu, na minha inocência, falei que fui eu quem "deu a ideia", mas claro entenderam do jeito errado, como se eu quisesse prejudicá-los, mas não era isso.
Acabou que eu fui expulsa do estágio e me senti culpada por ter sido honesta. (O mundo cobra honestidade, mas não aceita lá tão bem.)
No fim das contas, pensei no quanto isso que eles fizeram comigo era o que eles pensavam sobre como os alunos deveriam ser: pessoas alienadas, que só acatam as decisões, mesmo que estejam na pior merda possível. Porque não verão na merda em que estão porque não pensam e nem analisam.
São pessoas que passaram a vida na decoreba e nunca realmente pararam para pensar.
Na real, tinham bem mais problemas naquele colégio, como muitos alunos que deviam ter reprovado umas três vezes foram aprovados por pena do dono da escola. Na cabeça dele: Pobres dos pais que pagaram o colégio o ano todo o filho ser reprovado.
E assim acontecia da criança chegar ao 9º ano sem saber coisas do 6º direito.
Mas, ter saído daqueles estágio foi a melhor coisa, porque fui para o melhor de todos depois.
Desculpem ter falado demais, mas queria ilustrar com o que me aconteceu os meus pensamentos.
Até a próxima!
 

Então, fui assistir as paralímpiadas...

terça-feira, 20 de setembro de 2016
Para quem não sabe, eu fui assistir a diversas competições das paralímpiadas Rio 2016. Sou carioca sim e como não fui ver nada nas olimpíadas, só passear mesmo. Tinha que ver algo nesse outro evento. Não podia perder a oportunidade. Afinal, quando vai ter um desses novamente?
Até falei um pouco sobre no meu outro blog: Garota Zodíaco.
Fui a exatamente cinco eventos, entre os dias 8 a 15 de Setembro. Assisti a natação, tênis de mesa, tiro com arco, basquete em cadeira de rodas e atletismo.
Adorei todas as modalidades. Especialmente a natação e o basquete.
E acho que o fato dos atletas terem deficiência é só um detalhe, porque eles competem com tanta garra, com tanta vontade que não como a gente não aplaudir e se inspirar a fazer as nossas próprias coisas. Afinal, nós temos um corpo, digamos, "perfeito".
Só achei meio feio e caído um cara que sentou atrás de mim no dia da natação e achou que tinha o direito de vaiar e não aplaudir os atletas que não fossem brasileiros. Quase que eu dei uma porrada nele. BABACA DO CARALHO!
Tirando isso, as outras pessoas sempre aplaudiam e torciam e gritaram e se divertiam. Adorei cada segundo que vi essas atletas competindo.
Realmente é uma força muito grande que eles tem apesar das limitações dos seus corpos. Uma pena que a TV aberta não deu a cobertura que eles também mereciam. Parabéns a todos os atletas!
Assisti a todos os dias acompanhada do meu irmão e no dia do atletismo com meus pais junto.
Seguem as fotos! =D








Vídeo: Desabafo de autora

sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Em virtude dessa semana ter ido assistir as paralímpiadas, nem tive como escrever alguma postagem. Vou deixar um vídeo que eu gravei para o Contos Anê, que é minha área de autora. haha
Falei sobre coisas que me incomodam e coisas que me fazem feliz no ato de escrever e de interagir com os leitores.


Resenha #27: Feridas (Mangá)

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Olá, pessoal! Hoje tem mais um resenha aqui no blog. E é sobre um mangá, vocês sabem que eu adoro ler mangás né? haha
Enfim, segue a sinopse e depois eu falo sobre.

Sinopse: Keigo e Asato frequentam uma classe para crianças que precisam de cuidados especiais. Um por que era agredido pelo pai; o outro, porque foi esfaqueado pela própria mãe. Os dois garotos são obrigados a guardarem em seus pequenos corpos o sofrimento, as feridas e as tristezas empurradas goela abaixo pelos adultos. Até que Asato descobre que possui um poder mais do que especial: ele agora é capaz de transferir os machucados alheios para o seu próprio corpo…

Feridas (kizu, em japonês) é mais um mangá oneshot com a arte feita por Hiro Kiyohara, o artista de Another. Pode-se dizer que ele é mais um irmão de Só você pode ouvir e Tsumituski.
A história fala sobre dois amigos: Keigo e Asato. Ambos foram colados na turma especial da escola em que estudam, por razões de não conseguirem se socializar normalmente por conta dos traumas fortes que passaram apesar da pouca idade. Os dois tem uns 11/12 anos.
Keigo tinha um pai bêbado e violento que batia nele e na mãe. Quando finalmente eles se libertaram do agressor, que foi internado com uma doença terminal. A Mãe de Keigo saiu para fazer compras e não voltou. Asato quase foi morto pela mãe.
A amizade de ambos surgem quando Keigo descobre o poder que Asato tem de "absorver" as feridas (e até cicatrizes) dos outros para o próprio corpo.
Assim, eles começam a testar esse poder e Asato o vai aperfeiçoando. Antes pegava apenas umas feridas leves e recém-feitas, passando a pegar cicatrizes de anos e também passando a ferida para outra pessoa.
Então, eles passam a usar o pai do Keigo como o depósito das feridas. Assim, a história vai se desenrolando. As relações mais legais que existem são entre a professora da turma deles e a Shiho.
A história mostra que muitas coisas estão além do nível físico, algumas cicatrizes, mesmo que estejam fora do corpo ainda estão na mente. Os traumas e experiências vividas não podem ser tirados de nós.
E são essas mesmas cicatrizes que nos constroem e nos fazem ser quem somos hoje. Mesmo que no começo doa e muito, a ferida vai se fechando e cicatriza. E vira só uma marca, um momento e uma coisa ruim que passou e tudo dali para frente será melhor.

Bem, pessoal. Essa foi a resenha de hoje!
Espero que tenham gostado. Até a próxima!

Top 5 #21: Melhores Memes

sábado, 10 de setembro de 2016

Olá, pessoal! Hoje é dia de mais um top 5 aqui no blog.
E vocês sabem que uma das melhores coisas da internet são os memes, sejam eles quais foram. Qualquer evento que acontece e o twitter já fica recheado. Experimentem acompanhar qualquer coisa pelo twitter. É muito divertido!
Enfim, o top de hoje é sobre os tipos de memes que eu mais gosto. Bora lá!

5- Memes políticos / Os meus
Gente, desculpa, mas os nossos políticos rendem bons memes sim. Meio triste falar isso, mas a gente tem tentar ver algo de positivo nessa desgraça que tá acontecendo no Brasil. E na última semana apareceram esses memes com falas de anime e eu urrei. Vejam aqui!
E também diversas "aberturas de anime" que fizeram do Impeachment. Vejam essa inspirada em Jojo Bizarre Adventure.
E quem me conhece pessoalmente sabe que eu sou praticamente um meme ambulante. Eu sou campeã de faze diversas caretas que rendem muitas pérolas. Alias, se quiserem, faço o álbum com meu meme pack. hahaah Só avisar nos comentários!


4- Kocoum Meme
Eu sou apaixonada por Pocahontas e uma coisa que nunca tinha percebido era como a cena do Kocoum correndo era mal animada. Gente, é muito tosco!
Então, desenterraram a cena e o meme surgiu. E ele é maravilhoso!

3- Girls In the House
Pare tudo o que você está fazendo agora e vá assistir Girls In The House se ainda não o fez.
É uma das melhores coisas que surgiu ultimamente. É uma série, mas feita usando o The Sims 4. Esse tipo de coisa sempre existiu na internet e no youtube, mas o diferencial de GITH é a dublagem e também o enredo. Aproveita que ainda tá saindo a terceira temporada e vai assistir.
E claro que a série rende muitos memes com as próprias falas das personagens, especialmente a Duny. =D


2- Inês Brasil
Como não amar? Inês Brasil é um pack de memes ambulante.
Ela é maravilhosa, sem mais! "Segura a marimba, monamur".

1- Seiyuus Memes
Eu amo seiyuus! Não adianta, amo sim!
E eles rendem memes o tempo todo, até porque eles só fazem merda nessa vida. E são meus tipos de meme favoritos.
Tradução: 1º:  "Quando alguém insulta seu fandom." "Posso matá-lo?" "Não em público."
2º: "Como me sinto quando vejo pessoas tretando no facebook."

Espero que tenham gostado do top de hoje. E quais são os seus memes favoritos? Ou pessoas que rendem memes? Falem para mim!
Até a próxima! =D

Vídeo: Os Correios me ferraram de novo (Desabafo)

terça-feira, 6 de setembro de 2016

O texto que quer ser escrito

sábado, 3 de setembro de 2016

Uma ideia surge. Talvez numa hora oportuna, talvez na pior hora. Mas, ela está lá!
Só que as ideias são assim, vem ou vão embora ou vem e insistem em ficar martelando na sua cabeça.
Seja para um simples texto, um conto, ou um livro inteiro. Há momentos que os próprios textos nos pedem para serem escritos. E é dessa forma que eles nos mostrar que querem ir pro mundo: enchendo o nosso saco, a nossa paciência.
E não adianta a gente tentar adiar, ela vai ficar te perturbando até que você pegue um papel ou abra o editor de texto e comece a escrever as primeiras palavras.
Só que a parte ruim passa exatamente no momento em que as palavras começam a fluir e serem escritas sem esforço algum. O próprio texto te guia pelo caminho que é o dele e assim ele vai se moldando, tomando forma, vai nascendo.
As vezes, os textos são como nós, as pessoas, precisam de tempo para serem construídos. Só que é tudo através das palavras, que precisam ter a força necessária para que a mensagem seja passada.