Parceira Juliana Leite + Primeiras impressões Entre Vidas: Ruby

terça-feira, 17 de outubro de 2017
Olá, pessoal!
Com muito orgulho, honra e prazer que anuncio a mais nova autora parceira daqui do Shizen: Juliana Leite.
E ela não é novidade aqui no blog, já resenhei os dois livros da Saga Entre Vidas: Kiara e Lise.
A autora me convidou para a parceira tem pouco tempo e como estamos em vias de pré-lançamento do terceiro livro da saga - Ruby - ela já mandou o livro para eu fazer leitura. Mas, quero esperar o físico para ler todinho. Li apenas alguns capítulos para fazer umas "Primeiras Impressões".
Vamos a uma pequena apresentação da autora primeiro!
Juliana Leite nasceu em 15 de Abril de 1988, na cidade de Campina Grande, Paraíba. Hoje reside na capital João Pessoa. Apenas na adolescência veio a paixão pela literatura graças aos livros de J.K. Rowling. Paixão que a fez cursar Letras com habilitação em Língua inglesa pela UFCG. Casa desde 2011, divide a casa com o seu esposo, sua filha e os seus amados cães.
Trabalhou como professora por quatro anos até decidir cursar Análise de Sistemas. Mesmo mudando radicalmente de área, não abandonou o gosto pela escrita e em 2014 retomou a escrever a saga que havia começado há mais dez anos.
Entre Vidas possui forte influência da obra de Marion Z. Bradley e mostra mais duas paixões da autora: História e outras culturas e religiões. Começou a escrever a história que não encontrava para ler. Que envolvesse misticismo, batalhas, com uma escrita dinânica e leve. Página no Facebook / Perfil no Skoob

E esta é a capa de Entre Vidas: Ruby, que foi divulgada tem algumas semanas. Adoro a qualidade dos desenhos e o padrão das capas está se mantendo maravilhoso!

Agora sim, indo ao que eu achei do livro, pelo menos do que eu li. Disse que ia ler só três capítulos, mas acabei lendo oito, porque é tanta treta que rola nesses livros que eu não tava conseguido. Tive que me conter e muito para parar! Foi quase um "Li até a página 100 e...", mas eu fui só até a 94.

O livro começa no meio de um período terrível na Inglaterra, onde Ruby e sua família, antes muito ricos e com vários criados, agora passam necessidades. Olha que eles são parentes próximos do Rei Edgar.
Ruby tem muitos problemas com a família, especialmente com pais, que só pensam no dinheiro e num bem-estar que não faz lá muito sentido. E muitas vezes criticam as atitudes das filhas!
Os vikings estão invadindo a Inglaterra e o reinado perdeu muito força de exportação. O único porto livre que existe é o da Cornualha, o último reino celta da Bretanha.
O rei, pensando no bem do seu país, faz um acordo com o rei da Cornualha: um casamento. A noiva é a irmã de Ruby, Lara, que está muito doente. As três irmãs, Lara, Ruby e Dóris, junto com o amigo Padre Sean, viajam até a Cornualha para a realização do casamento e para conhecerem o rei Henry.
Só que há uma grande diferença entre a cultura delas e a do outro reino. Eles ainda são devotos da Deusa, enquanto Ruby e as irmãs são cristãs. Porém, não existem nenhum problema quanto a isso, o povo da Cornualha respeita outras crenças.
Enfim, a irmã de Ruby não demonstra sinais de melhora e acaba falecendo. E claro, tinha que a treta de novela mexicana, porque a Ruby sempre atração pelo tal rei, porque ele é tipo "tudo de bom", mas ela fica meio para trás por causa da irmã. Só que com o falecimento da irmã, ela acaba se tornando a noiva, porque o acordo se mantém de pé. (Vocês tinham que ver os pais indignados com o fato de não terem dado um velório decente para a outra filha e com a importância que as mulheres tem na cultura celta.)
Acaba que Ruby, descobrindo o real plano da igreja com aquela união, que era só transformar aquele lugar em cristão a força, acaba sendo excomungada e deixada para trás. A única pessoa da família que fica é a irmã mais nova, Dóris.
A história segue até o casamento, com Ruby e a irmã conhecendo mais da cultura e sentindo muito bem lá. Eles só não contavam com um ataque viking vindo para Cornualha.
A invasão acontece logo após o casamento de Ruby e nesse meio tempo que ela se recorda das outras vidas e vai ajudar na guerra. E eu parei nessa parte!
Com muita dor de ter parado, mas parei!
O livro mantém o padrão. Leitura fluida, personagens bem apresentados e a história segue de uma maneira que você só vai vendo as coisas acontecendo e quando percebe vai dar três da manhã (maldito horário de verão) e você tá lendo.
Essas são minhas primeiras impressões de Entre Vidas: Ruby. 

A saga já trocou de casa três vezes, primeiro na Editora Lotus, que acabou fechando, depois na Editora Sehkmet, onde saiu a segunda edição de Kiara. Agora está na Editora Manias, que espero ser a casa até o final agora. Essa saga merece!
E ainda há exemplares disponíveis de Kiara e Lise, ambos com compra direto com a autora. O frete está saindo grátis. Tem preço especial para quem comprar os dois juntos. Aproveitem por realmente tem poucos exemplares!

E logo começa a pré-venda de Lise. Já estou mirando meu presente de aniversário deste ano. Só quero saber se vai vir com um brinde também. =D

Bem, só queria agradecer a Juliana pela confiança e vou honrar esta parceria com certeza. =D
E espero em breve lhes trazer a resenha completa de Ruby.

Música #04: Wagakki Band

sábado, 14 de outubro de 2017

Sejam bem-vindos a mais um post sobre música aqui no blog. Já disse que estou adorando fazer tudo neste novo molde? Acho que sim né? haha
Enfim, hoje lhes apresentarei mais uma banda, dessa vez japonesa: Wagakki Band.
Admito que foi a primeira banda de folk que eu ouvi na vida e foram eles que me jogaram nessa loucura e mistura maravilhosa que só o folk-rock é capaz de fazer.
A banda é formada por Yuko Suzuhana (Vocalista); Kiyoshi Ibukuro (koto; tipo uma cítara); Daisuke Kaminaga (shakuhachi; flauta); Beni Ninagawa (Tsugaru Jamisen; tipo banjo); Kurona (wadaiko; percussão); Machiya(Guitarrista); Asa (Baixista); Wasabi (Baterista).
A banda começou em 2013, com todos os membros já. Anteriormente, em 2012, existia a Hanafūgetsu, que era formada por Yuko, Daisuke e Kiyoshi.
Eu conheci a banda em 2014, pelas minhas andanças pelo youtube atrás de música nova. Encontrei a música Roku Chounen to Ichiya Monogatari e na sequência e recém-lançada a época Senbozakura.



A banda começou com um mini álbum de covers do vocaloid, em 2013 e no ano seguinte saiu o Vocalo Zanmai, com covers de vocaloid. Para quem não sabe, Vocaloid trata-se daqueles cantores que são feitos por computação, tanto na voz quanto aparência. Eles tem várias sílabas gravadas e as pessoas vão encaixando as sílabas e formando palavras e as músicas. Gente, joga no google.
Um dos destaques deste álbum para mim é o cover de Episode 0, que é uma música do personagem Kaito (que tema voz do Gackt, outro cantor japonês). E o legal é que é o guitarrista quem canta e ele manda bem.

Depois vieram singles como Hanabi, Ikusa, Valkyrie, Strong Fate e Kishikaisei, que foi tema das olímpiadas de 2016 lá no Japão. (Japonês adora colocar tema para essas coisas). Tem também Hangekino Yaiba, que foi tema do live action de Shingeki no Kyojin (Attack on Titan).
Veio também o álbum Yasou Emaki, em 2016. Este ano, eles lançaram o terceiro álbum Shikisai.
Acho complicado escolher músicas favoritas deles. A banda tem uma qualidade boa e muito alta. Para alguns pode até parecer meio barulho, porque se mistura instrumentos japoneses clássicos com música ocidental. Essa mistura não é tão nova, tem algo semelhante na OST de Naruto. haha
Sem contar que a banda funciona muito bem, a voz da Yuko é uma coisa insana. A mulher canta, mas canta muito. =D



A banda tem um estilo bem diferente para quem não conhece o gênero, mas quando a gente entra só se apaixona! Meus membros favoritos da banda são o Wasabi e a Beni. Gosto de todos, mas mais deles.
Enfim, espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre a Wagakki Band.
Até a próxima!

Resenha #35: Cidade dos Deuses

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Mais uma resenha aqui no blog. Desta vez de um tipo de livro diferente. Não costumo ler muitos livros espíritas porque realmente o gênero não me agrada muito. Arrisquei ler um uma vez, mas achei a temática espírita da coisa muito forçada e empurrada quase no final. Foi o Quando o Coração Escolhe.
Mas, acompanhando meu pai na livraria espírita, acabamos indo a uma sala com vários livros que estavam a vendo pro valores bem baixos, tinha por 10, por 5, até por 3 reais. E foi por este valor que comprei o livro que resenharei aqui: Cidade dos Deuses, de Evanice Maria Pereira.
Bora lá!

Sinopse: Chandra, o príncipe de Naripura, recusa-se a adorar uma deusa de pedra. Alheio ao jogo de interesses que cerca o trono, ele entrega-se a um amor impossível. Kadine, a eleita do seu coração, não é filha da nobreza. Guiado por um amigo invisível, o príncipe mergulha nos mistérios do Além. No horizonte, nuvens negras rondam a Cidade dos Deuses em prenúncio de uma tragédia...

Cidade dos Deuses conta a história de Chandra, príncipe herdeiro do trono de Naripura, que cultua a deusa Nari. Acredito que seja uma país fictício do oriente médio, num tempo muito remoto.
Desde criança, Chandra fora acompanhado por um ser a quem ele chamava de Amigo, que nada mais é do que seu Protetor.
Porém, por ele ver este amigo muita gente acreditava que havia algo errado com o garoto. O maior exemplo disso era o sacerdote, que sempre tentava sempre manipular muitas coisas a seu favor.
O livro começa com o nascimento de Nanda, irmão de Chandra, que segundo uma profecia é o filho de Nari entre eles. Acaba que o menino é criado dentro de templos e sai muito pouco.
Os pais dos dois são muito amorosos e os melhores reis que um reino poderia ter. Eles vão crescendo e amadurecendo. Chandra, apesar de herdeiro, se torna um rapaz um pouco disperso e aventureiro. Tudo isso é mal visto pelo sacerdócio, junto com o fato de que o garoto não acredita tanto assim em Nari.
Porém, não é só ele que é assim. O Rei, Viasa, também deixou de acreditar em Nari. Passou a acreditar em um outro deus, que atendeu a seu chamado num momento de desespero, quando Chandra adoeceu e ficou muito mal.
Enquanto isso o irmão Nanda é apenas um apático que não aguenta mais ficar no templo. Ele percebe que aquilo não é sua vocação.
Após uma viagem ao reino vizinho, Chandra vê seu reino ser tomado justamente por um primo distante e sua família, mesmo incompleta precisa fugir para não ser morta e eles vão até a Pérsia.
E assim começa a jornada de Chandra em busca de sua missão: Recuperar seu reino, mas sem uso da força.
O livro é bem dividido em três partes: Prenúncios, onde Chandra é criança e vai até a juventude; Revelação, se passa nos anos que a família fica afastada na Pérsia; Iluminação, Chandra cumprindo sua missão.
Encaro este livro como de fantasia, com alguns elementos espirituais. E é tudo tão natural. O Amigo de Chandra e também os parentes que se revelam a ele mais a frente.
O livro contém toda uma trajetória de amadurecimento e cumprimento de missão. Repleto de personagens complexos e humanos, com todos os seus passados interferindo nos seus presentes.
Cidade dos Deuses é o caminho de descobrimento e iluminação de Chandra, que descobre uma enorme força num ser, num deus, que não há imagem, apenas o sentimento de que ele está com você.
Só uma coisa que não gostei tanto do final, ele não ficou com o amor da vida dele. Fiquei meio chateada com isso! Mas, a razão é tão nobre que a gente até releva.
Apesar de ser um livro espírita, não é psicografia, é um livro original da autora.
Acho que ele pode ser lido por qualquer pessoa. Ele carrega muitas lições importantes!

Espero que tenham gostado desta resenha curtinha. Nem acho que consegui falar direito do livro. Tem tanta coisa nele que eu seu falo mais vira spoiler e perde e muito o encanto que ele tem.
Beijos!

Assistindo, Lendo, Etc... #2: Setembro 2017

sábado, 7 de outubro de 2017

Olá, pessoal!
Mais um início de mês e tem mais um (o segundo) "Assistindo, Lendo, Etc...", onde vou atualizar sobre as séries que estou vendo, os livros/mangás que leio, entre outras coisas.

A começar por que finalmente ter conseguido terminado de ver Grey's Anatomy. Bem, pelo menos até onde tem.
E na boa, tem muitos momentos que eu quero bater e muito na Shonda, a criadora da série. A gente vive numa tensão de que ela vai matar alguém no decorrer dos episódios. Especialmente quando algum personagem sofre um acidente, ai a gente fica tão trancado que nem wi-fi passa.
Mas, tem um casal no final dessa 13º temporada que ela tá quase enfiando goela abaixo de tão forçado de tá: Avery x Maggie. QUE PORRA FORÇADA!
Enfim, no aguardo da 14º temporada...

Outra série que estou assistindo é The Walking Dead.
Acreditem ou não é programa de casal. Só um casal com eu e meu namorado mesmo. Os domingos são sempre uma pequena maratona, mesmo que nem eu e nem ele aguentamos muito tempo. ahha
Já estou na Temporada 3, Episódio 15.

E nesse mês de Setembro tivemos a Bienal do Rio e bem, não sei se sabem mais acabou que minha foto de avental, que usei para vender os livros andando por lá, viralizou. E ganhei até sessão de autógrafo num estande. Pois é! Como a vida é engraçada e dá umas voltas.
Teve postagem sobre isso feita pelo Kyon e também no meu blog pessoal Garota Zodíaco.

E não fui a Bienal apenas como autora, mas como leitora também.
Comprei alguns livros que eu queria, comprei outros lá na hora. Porém, até se não sai tão cheia de livros assim. Fui bem comedida porque tem coisa da bienal de 2015 que eu ainda nem toquei. haha Lista de leitura bagunçada essa minha! Segue as fotos do que eu comprei...
(Em breve, resenha de alguns aqui.)


E bem, no último domingo teve evento no centro espírita. Foi aniversário do grupo jovem, ou melhor, da Mocidade: METJ (Mocidade Espírita Teresa de Jesus).
E bem, ganhei um livro no sorteio lá. haha E o mangá que tá foto acabei achando lá e ninguém no centro lê mangá né? Peguei para mim!

Bem, pessoal! Era isso que eu tinha para falar para vocês referentes ao mês de Setembro.
Espero que tenham gostado.
Até a próxima!

Kyon #29: Minha protegida e o seu bloqueio criativo

terça-feira, 3 de outubro de 2017
Olá, pessoal! Como vão? Kyon aqui de novo.
Em virtude de ser uma época de provas, Anelise tem tido um pouco de dificuldade para atualizar. Mas, a partir de quarta, quando ela fizer a última prova (de duas), tudo volta ao normal.
Para hoje, como era meu dia no cronograma, trago um repost do Blog do Kyon, falando um pouco sobre Bloqueio Criativo. Postado originalmente em Junho de 2013.

Minha protegida e o seu bloqueio criativo
Vocês sabem bem que, com esse quase meio ano sem ter o que fazer em casa, minha protegida teve um bloqueio criativo.
E por que todo esse bloqueio aconteceu?
Primeiro, por toda a pressão que ela estava sofrendo. (Eu falei sobre isso uns posts atrás.) De que ela estava vagabundeando em casa e tinha que tomar um rumo na vida.
Segundo, uma coisa que até culpa dela mesma, ficar no computador o dia inteiro. Quando Anelise está no computador, o rendimento de escrita cai bastante. Sem contar também o tédio mental.
Foi tudo isso que acarretou a diminuição e falta de escrita de minha protegida.
Tudo bem que dizem "Tédio mental é bom para o processo criativo". Acho que o grande problema era o sentimental e não o tédio em si.
Ela é assim, quando está triste ou com raiva, de alguma maneira se sentindo mal, não escreve! Não adianta! Fica sem ânimo para isso e  nem para mais nada!
Todo o processo de criação dela precisa ser feito em um momento sentimental estável. Porque quando algo a preocupa ou a perturba, é só aquilo que fica no pensamento dela.
Pois é, Anelise é uma pessoa meio angustiada e aflita em certas situações.
Fora isso, quando ela está feliz, eufórica, dando a louca... As ideias pipocam, surgem de todos os lugares imagináveis e inimagináveis, sobram.
Minha protegida é uma pessoa bem exagerada, nos dois extremos: Bom e ruim. Ique até fala que ela é dramática. Não discordo!
E sabem, eu sei também, que ela não é do tipo sentimental demais. Só chora quando a situação está braba mesmo. Quando pula de alegria, é alegria mesmo!
E esse bloqueio criativo afetou em tudo o que Anelise escreve, não só as histórias. Afetou aqui, o Garota Zodíaco e até o Ane-chan's Shizen?.
Ainda bem que ele já passou. Estava com saudades da minha escritora favorita!
Espero que ele fique longe e desapareça por um tempo. Boas férias, bloqueio!
Claro, essa situação não é o fim do mundo. Sendo uma pessoa normal, estamos falíveis a maus momentos e todas as consequências disso.
Contudo, o que são quatro meses para quem escrever há quase dez anos? Apenas umas férias prolongadas!
Uma dica para os escritores ou aspirantes a escritores, seja lá o que for.
Não fiquem nervosos e nem desesperados quando não conseguirem escrever ou ter uma ideia. Não é o fim do mundo! Dê um tempo a sua cabeça... Respire, relaxe, vá fazer outra coisa.
Quando menos esperar, tudo vai voltar a fluir que nem uma maravilha!
Digo isso porque eu vejo isso tem bastante tempo. Confiem em mim!
Bem, pessoal, esse foi o post de hoje. Perdoem-me ter me empolgado no final... Baixou a Anelise em mim! (Imaginem eu cantando!)

É isso, pessoal! Espero que tenham gostado.
Beijos do Kyon!

Importante: Para o Futuro do Shizen!

sábado, 30 de setembro de 2017
Olá, pessoal!
Interrompendo um pouco a programação do blog para trazer alguém de suma importância...
Em virtude de melhor cada vez mais o blog, montei uma pequena enquete para que vocês visitantes do Blog possam responder e me ajudar a saber que caminho tomar no blog.
Calma, não estou pensando em desistir nem nada, eu quero o melhor para o blog. Quero escrever o que quero e também sobre o que vocês gostariam de ler.
Então se puderem separar alguns minutinhos para responder já será de muita ajuda. São perguntas bem simples!
Quero saber mais sobre quem lê e acessa o blog, que tipo de postagem mais gosta de ver aqui e claro, se tem algo que acha que pode mudar ou ser melhorado.
Vocês podem acessar a enquete e responder!

Perdoem-me estar usando um post do blog para isso, mas realmente acho que relevante.
Agradeço a todos que visitam o blog e acompanham.
Beijos!

Male Seiyuu x Female Seiyuu

terça-feira, 26 de setembro de 2017
Olá, pessoal! Seja bem-vindos a uma postagem diferente e fora do padrão daqui do blog. 
Tem milênios que este post tá na minha lista de "posts para fazer" e finalmente escrevê-lo.
Vai ser daqueles posts que vocês não entendem nada, mas calma que eu explico.
Eu quero falar um pouco da diferença de tratamento entre os Seiyuus Masculinos e Femininos. Porque tem uns bons anos que os acompanho, de maneira geral e já percebi muitas coisas, muitas deles que reforçam o machismo nosso de cada dia.
Eu vou separar em alguns tópicos e vou explicar. Mas, calma, apesar de ter "versus" no título, não é uma competição, apenas uma análise e comparação.

A diferença do fandom com os seiyuus masculinos e femininos
Acho que esse é o tópico mais importante e o que deve ser abordado primeiro.
Acredito que este detalhe seja por conta da maior do fandom de seiyuu ser composto por mulheres. Sério, eu sempre vejo mais meninas que são fãs de dublagem japonesas. Até tem meninos, mas são bem menos.
Maioria das páginas que eu pego notícias de seiyuu, justamente para usar no Seiyuu World Brasil, são voltados exclusivamente aos masculinos.
É muito mais fácil achar notícias sobre eles do que elas. Eu tenho poucas páginas que postam sobre os dois ou só sobre as femininas. Se bem que da segunda acho que não tem nenhuma. Informação de seiyuu feminina talvez só com página exclusiva e direcionada a uma seiyuu só. Só assim!
Ou seja, tenho que dar umas cavadas e seguir uns site oficiais em japonês para pegar as informações.

Aya Hirano e o escândalo em 2010/2011
Sim, usarei este post para falar um pouco sobre escândalos envolvendo seiyuus. E claro, notei também como eles afetam seiyuu masculinos e femininos de maneira diferente.
Aya Hirano, que era uma seiyuu relativamente famosa na época, teve uma notícia falsa acerca dela.
"Teve boatos" de que ela estava dormindo com todos os membros da banda dela, ou menos pior, ficou só com guitarrista.
Juntando com a fato de que a moça tinha declarado em entrevista que já tivera alguns relacionamentos antes.
E bem, ao ver de vocês, isso não tem nada demais. E bem, não tem mesmo. Só que tem uma palavrinha, chamada Idol, que coloca o buraco dessa história bem mais embaixo.
Aya era considerada idol na época e isso quase uma deusa, entidade, santa, qualquer substantivo desse gênero. Então, idol é quase sinônimo para waifu e bem, tem uns "otacu" que você não pode respirar perto da idol/waifu, porque eles ficam loucos.
O que aconteceu? Bem, a carreira da Aya quase que ruiu. Ela decaiu muito nessa época. Trocou de agência, trocou de gravadora. Alias, colocaram na página dela na wikipédia vários "Shine" (Morra!).
Tudo isso por um boato + declaração em entrevista. (Olha o machismo onde vai!)
Por sorte, Aya conseguiu levantar a carreira de novo, mas não se compara ao que era naquela época. Mas, o que importa é que ela ainda está ai, dublando, cantando, fazendo o que gosta.
Inclusive, uns dos primeiros vídeos do meu canal é justamente sobre isso.

HiroC e o escândalo de ser casado e ter uma filha
Uma coisa que acontece muito no meio de entretenimento asiático são os artistas esconderem as vidas pessoais a sete chaves. Eles só aparecem na mídia e tudo o que gente sabe sobre eles é sobre qual o próximo lançamento ou qual evento irão.
Enfim, rolaram notícias de que Hiroshi Kamiya era casado e que tinha uma filha.
Essa notícia também não tem nada demais né? Porém, estamos falando de idols né?
HiroC (apelido) é um dos seiyuus masculinos mais famosos do Japão.
Só que o caso dele foi muito, mas muito diferente do que aconteceu com o exemplo que dei acima.
O primeiro de tudo foi que a agência dele demonstrou apoio e logo ele também foi lá e confirmou toda a notícia.
Ele não arruinou a sua carreira por ser casado, mas pode ter certeza que se fosse uma mulher, a história ia ser outra.
Não vou mentir e dizer que as fãs aceitaram bem isso. Elas também xingaram muito no twitter, como dá para ver aqui, então, tem umas fãs loucas e doentes também que não pode falar do husbando.
Também já comentei sobre isso no blog.

As seiyuus com eternos 17 anos
Aqui é uma das coisas das quais acho mais grave e até doentia.
Duas seiyuus, Yukari Tamura e Yui Horie, são conhecidas como as "com eternos 17 anos".
Olha, sei que os asiáticos em geral tem aparência muito mais jovem do que a idade real, porém você dar 17 para uma pessoa de 40 é demais. (Quem usa Asami Imai de dreamcast mesmo?)
Isso é até um meme delas duas, só que reforça e muito a pedofilia. E claro, toda essa história já deu treta pelo menos para uma das duas, a Yukarin. Um dia, numa entrevista, ela falou que não tinha 17 anos, até porque ela não tem e um fã se revoltou e simplesmente jogou um sapato nela.
Meio que a chamando de mentirosa, que o iludiu? Provavelmente!
Alias, a Yukarin já fez show interpretando uma personagem que tinha 17 anos.
Ainda bem que a Yukarin largou a gravadora dela e agora a carreira dela melhorou muito.
Ambas são seiyuus maravilhosas e estão muito além da beleza e da carinha de novinha.
É muito chato lembrar só da beleza delas!

Quantidade de seiyuus declarando publicamente que estão namorando
E na contramão dos artistas que escondem a vida pessoal completamente e não falam se estão namorando ou casando, tendo filho, etc...
Este ano, 2017, está sendo o ano dos relacionamentos de seiyuus aparecerem. Já tínhamos os maravilhosos e muito bem casados: Maaya Sakamoto e Suzumura Kenichi.
Mas, os seiyuus não casam só com gente do próprio meio.
Exemplos de seiyuus casados com não-famosos: Mamoru Miyano, Showtaro Morikubo e Yuuka Nanri.
E eu tenho achado maravilhoso os seiyuus mostrando seus relacionamentos aos fãs e eu vejo que os fãs estão tendo uma receptividade muito melhor. Isso que é ser fã de verdade. Apoiar o seu ídolo sempre!
Tivemos Satomi Sato casando. Hanazawa Kana e Kensho Ono namorando, sendo que ele que foi a público primeiro e confirmou o relacionamento, ela foi só depois. (Mais um mini-machismo nosso de cada dia.) E claro, minha diva, rainha, maravilhosa Minori Chihara está namorando.
Os dois últimos foram descobertos através de notícias de tabloide, o que não é muito legal. Porém, a situação se resolveu bem até, eles só deram declarações confirmando os boatos e agradeciam o apoio.
E é isso que importa: que eles sejam felizes, afinal, eles são gente como a gente. haha
Mas, pode ter certeza que tem muitos que não se relacionam por medo da reação dos fãs, o que é muito errado.

Enfim, pessoal, este foi o post de hoje. Comentando um pouco sobre alguns tópicos do mundo seiyuu. Acho que ficou até fora do título, mas tá valendo. E queria falar um pouco dessas coisas aqui.
Espero que tenham gostado!
Até a próxima!


Música #03: Nana Mizuki

sábado, 23 de setembro de 2017

Olá, pessoal e bem-vindos a mais uma postagem de música aqui no blog.
Continuando a linha j-pop e seiyuu, falarei hoje dela: Nana Mizuki.
Nana Kondo, que é seu nome verdadeiro, é cantora e dubladora japonesa, nascida em 21 de Janeiro de 1980. Desde pequena ela foi colocada por seus pais em aulas de música, especificamente a enka, um canto tradicional japonês. E foi através deste estilo que Nana aperfeiçoou sua voz.
Começou sua carreira como seiyuu em 1998, com a personagem Yamato Sora de Flint the Time Detective. Sua carreira na música começou em 2000, com o single Omoi.
Seu nome artístico é Nana Mizuki porque já existia outra cantora, relativamente famosa, que tinha o mesmo nome.
Nana se tornou a maior seiyuu do Japão, mais até do que a Megumi Hayashibara, na minha humilde opinião. Ela trouxe vários marcos para o meio seiyuu, por exemplo: Ser a primeira seiyuu a cantar no Kouhaku Utagassen, que é o especial de final de ano da NHK; Foi a primeira seiyuu a colocar álbuns e singles no 1º lugar do rank da Oricon; Foi a primeira seiyuu a realizar um show no Tokyo Dome, a maior arena do Japão.
Conheci a Nana em 2009, mais ou menos na época que estava entrando no universo musical japonês, com o álbum Ultimate Diamond (que foi o 1º lugar da Oricon).
E sinceramente, as minhas músicas favoritas da Nana estão inclusas neste álbum, como Trickster e Discotheque. (Que não estão no vídeo.)

Muitas de suas músicas fazem partes de animes, como Mahou Shoujo Lyrical NanohaSenki Zesshou Symphogear e White Album. Além de claro, Nana, ser conhecida como a voz de Hinata Hyuga de Naruto.
Na verdade, para mim, ela é mais do que essa personagem. Alias, qualquer seiyuu é mais do que os personagens que dubla.



Além de gostar muito do álbum Ultimate Diamond, o outro dela que gosto bastante é Supernal Liberty, que inclusive falei aqui no blog tem um tempão. Para mim, este álbum mostrou o maior potencial da Nana como cantora. Amo este álbum por completo, difícil dizer é a melhor parte dele. (Este foi o segundo álbum que ela botou no 1º lugar da Oricon.)

Acho complicado listar músicas favoritas dela, ainda mais depois que eu descobri o potencial vocal absurdo que essa mulher tem. Acredito que ela tem a melhor voz de todas, páreo duro com a Yuko Suzuhana da Wagakki Band, que também das enkas.
Existem compilados de lives da Nana, onde pegam várias perfomances diferentes da mesma música e juntam. Gente, é um coro maravilhoso de Nana Mizuki. Ela mantém o tom, o tempo, tudo. A voz dela ao vivo é igual ao estúdio.
A voz dessa mulher é um absurdo!
Uma pena que o talento dela está sendo um pouco desperdiçado por conta de músicas muito repetitivas e semelhantes. Elements Garden, que é uma das empresas que compõem muitas anisong, tá dando mais do mesmo para ela.
O melhor é ela apostar nas próprias composições, que já se mostraram maravilhosas!
Bem, pessoal, esse foi mais um post de música.
Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre Nana Mizuki.
Até a próxima! Beijos!

Mente e caderno bagunçados

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Não sou a pessoa mais organizada do mundo. Ou melhor, como costumo dizer: sou organizada na minha bagunça. Na minha bagunça, eu me entendo.
E isso se reflete e muito na maneira que eu escrevo. Seja nas folhas, ou no computador.
Quando a gente é uma pessoa "bagunçada" até nossas ideias vêm meio assim.
Quantos tipos de cenas eu não criei antes de dormir e esqueci no dia seguinte?
Quantas anotações já não fiz em algum caderno, apenas por ser o mais próximo no momento?
E o pior que eu funciono bem dentro de toda esta "bagunça".
A cabeça é assim e os papéis/cadernos são assim.
É algo engraçado me assistir escrevendo... Mesmo que eu odeie que o façam!
É realmente uma bagunça, eu fico cheia de papel na mão, segurando o lápis/caneta. Revisando, escrevendo, rindo, tudo o que posso imaginar.
E toda essa maluquice acaba indo para o papel. Uma confusão de pensamentos transformadas num emaranhado de palavras que preenchem as linhas das folhas, com a minha letra garranchada e apressada.
O papel se conecta com a mente, eles se espalham e transbordam... Transformando bagunça em história. Seja aventura, romance, drama, ação. Qualquer gênero que me atravessa a explorar!
A cabeça não para. A mão não para. E o papel? Bom, ele não fica vazio! Ele se lota. Talvez de ideias confusas, que façam algum sentido em algum momento e de alguma maneira.

Top 5 #31: Melhores MMORPG (que eu joguei)

sábado, 16 de setembro de 2017

Olá, pessoal! Hoje temos mais um top 5 aqui no blog.
E dessa vez vamos falar um pouco de jogos? Sim, eu sou gamer nesta vida também.
Hoje falarei um pouco sobre meus MMORPG (Massive Multiplayer Online Role Playing Game) favoritos. Em suma, é jogo online, gente.
Já joguei alguns nessa minha vida e falarei um pouco sobre eles hoje.
Bora lá!

5- Maple Story
Maple Story é aquele jogo fofinho, cheio de personagens fofinhos. Tudo em Maple Story é fofo! É um jogo bem para se divertir e passar o tempo mesmo. Como não tem PVP, o único objetivo é evoluir o personagem e ir explorando outros cenários.
O jogo tem várias classes, desde as clássicas - guerreiro, mago, arqueiro, ladino - até algumas bem diferentes como os Cygnus Night.
No Maple eu gostava de usar arqueiro, mas já tive uma maga também.

4- Trickster
Trickster também é um jogo fofo e divertido, com uma pegada um pouco furry de ser.
Os personagens tinha algumas características de animais, como orelha e rabo. Tinha Buffalo, Coelha, Raposa, Gata, Dragão. Essas coisas!
Eu jogava com a Model, que era a mistura com Gato. (Autora de Super Gata né?)
Alias, esse jogo tinha um detalhe que você podia alterar a cor do cabelo do personagem. A da minha era roxo. Que saudades!
Uma tristeza desse jogo é que eu nunca peguei a segunda classe da Model. E tenho prints de lembrança dela.

3- Elsword
Este aqui tem um pouco de relação com o primeiro lugar desde tópico.
É uma continuação (espiritual?) de Grand Chase, onde jogamos com os parentes deles.
O objetivo do jogo é ir jogando as missões, completando as quests e claro, jogar uns PVPs tensos.
Adoro o conceito 3D que o jogo tem, tanto no cenário quanto nos personagens.
Eu gostava de jogar com a Rena, a arqueira. E também gostava da Aisha, a maga.
E gente, as outras classes desse jogo são só amor. Saudades da minha Combat Ranger e seu spining kick.


2- Ragnarok
Este eu só jogava mesmo para passar o tempo. Foi um primo que me apresentou o jogo e me viciei.
Apesar de ser simples, Ragnarok é muito divertido.
Realmente só jogava por diversão. Adorava ficar upando personagem e fazendo classes diferentes, mesmo que meu amor eterno fosse o Sage/Professor, mas usava mais Wizard/HighWizard.
Até casei no Ragnarok com meu namorado. Sim, dá para fazer isso, mas dá um trabalho. haha
Eu devo ter umas prints guardadas!

1- Grand Chase
E aqui está, o primeiro "jojinho" online que eu joguei, no longínquo ano de 2006 e que acompanhou por uns bons anos. E claro, continua sendo o favorito. Só de tocar o tema, eu já choro.
Infelizmente, o jogo foi fechado um tempo atrás e só restou a nostalgia mesmo.
Adorava ficar jogando as missões e fazendo altas bolas de fogo com a Arme, a maga. Eu lembro de todos os personagens com muito carinho.
Até tinha parado de jogar, mas quando soube do fechamento, resolvi voltar e jogar de novo para matar a saudade. E ainda dá muita saudade!
E eu vi esse jogo desde o comecinho dele aqui no Brasil, quando tinha só 4 personagens. Depois foi para uns 12. haha

Bem, pessoal! Este foi o Top5 de hoje.
Todos da lista joguei mais ou menos na mesma época, entre 2006 e 2011. Uma época que eu não tinha responsabilidade e tinha tempo para upar personagens.
Então é isso! Até a próxima!

Bullet Journal: Agosto & Setembro

terça-feira, 12 de setembro de 2017
Olá, pessoal!
Todo mundo bem? Espero que sim!
Cá estou eu, trazendo novamente para vocês, meu Bullet Journal. Desta vez referente aos meses de Agosto e Setembro.
Agora o hábito de preencher o Bullet está mais forte, eu não chego mais a esquecer como nos últimos meses. Está se tornando já parte da minha rotina. Acostumei-me com o que coloquei nele e aos poucos estou incluindo algumas coisas.
Também estou explorando outras maneiras de decorá-los, além de usar apenas adesivos.
Aqui vocês podem ver os anteriores para notarem a evolução: Referente a Maio; Referente a Junho e Julho.

Agosto e Setembro foram meses de capas mais clean e simples.
Em Agosto só apostei em adesivos, que vieram da cartela do meu fichário da faculdade e letras desenhadas a mão, que eu sei fazer desde sempre. O tema não ficou tão claro para mim, mas pode-se dizer que são Estrelas e Corações. E também abusei de pintar com lápis de cor!
Em Setembro, quis brincar com algo que tinha muito tempo que não fazia: Aplicações de tatuagem no papel, aproveitando que maioria delas são de borboletas e rosa, fiz com o tema da Primavera.

Seguimos para a já conhecida (e até clichê): Tabela da Escrita. O estágio está dificultando um pouco para eu escrever, estou focando mais no blog e no TCC mesmo. Para os livros não tenho tido tanto tempo assim, ou melhor, disposição. Tem dias que chego muito tarde da aula e a única coisa que penso é em ir dormir e começa tudo de novo no dia seguinte.
Em Agosto, brinquei com o VEDA colocando WEDA (Write Every Dat August), que dou bem fail admito. Coloquei só uns adesivos de estrela para decorar.
Em Setembro, coloquei Spring Writing, botando uma borboleta no canto. Essa página não tem tanto espaço de sobra assim para decorar.

Depois seguimos para a Tabela de Hábitos. Aquela dos quadradinhos coloridos.
Realmente usar apenas três cores é o mais funcional para mim.
Em Agosto, fiz o topo da página com as mesmas letras da capa e só coloquei um adesivo de coração mesmo.
Em Setembro, fiz com letra normal (tentativa de bonitinha) e coloquei essa tatuagem de uma rosa vermelha muito bonita e que deu um detalhe todo especial para a página.
Também inclui o detalhe de pintar metade do quadrado de uma cor e a outra de outra cor. Por exemplo, escrevi e postei no mesmo dia; gravei e editei no mesmo dia. É para quando faço as duas ações no mesmo dia. Por conta do estágio estava acontecendo esses conflitos.
E eu to melhorando muito em fazer esta tabela, agora ela fica direitinho! Que orgulho!

A seguinte é a página do Youtube, onde só listo os vídeos que saíram nos canais mesmo. Sem muito mistério, só data e que vídeo é.
Estou usando os dias que volto cedo do estágio para gravar, são os únicos dias que ainda tenho um pouco da luz do final da tarde para aproveitar, mas acaba que tenho que usar uma luminária para me dar um apoio, senão o vídeo fica escuro demais.
Elas só tem uma play toda torta desenhada e um adesivo/tatuagem no canto para decorar.

Aqui temos as Páginas do TCC, que é nova, e a Página de Assistidos e Lidos do mês.
Decidi incluir a do TCC pois estou nessa fase e é bom ter em alguma lugar anotado o que estou escrevendo, lendo, fichando e o que tem pronto já. Essa página ficou um pouco apertado, mas está funcionando. Essa falta de espaço também não permite que eu "emperequete" muito a página. Tanto que a de Setembro, a segunda foto, não tem nada.
O Assistidos de Agosto é meu favorito até agora. Adorei como essa claquete ficou linda, ainda mais com o prateado. Os livros são das cores de As Super Agentes, sempre tenho que botar algo delas no que faço. haha
Já o de Setembro é um rolo de filme, que não ficou perfeito, mas ainda assim legal. Ainda não preenchi com algumas coisas que vi este mês. Os lidos são alguns vasos retangulares com uma flor em cima. Não tem como ser mais primaveril que isso.

Aqui temos uma página nova e exclusiva desse mês de Setembro. Referente a Bienal do Rio 2017. (Contarei melhor no meu outro blog.)
Usei as canetas coloridas e fiz uma divisão na página e coloquei os livros que comprei e também os que eu vendi. Porque estou com umas antologias antigas por aqui e resolvi vendê-las na Bienal, mas acabei voltando com quase todas elas.
Ficou uma página simples, mas não menos especial.

Bem, pessoal. Estes foram os meses de Agosto e Setembro do meu Bullet Journal.
Fiz um vídeo também, onde falo algumas coisas mais do que aqui e vocês podem até ver as páginas melhor.
Até a próxima!

Kyon #28: O que é ser escritor?

sábado, 9 de setembro de 2017

Olá, pessoal! Kyon aqui.
Como vão? Espero que bem!
Aproveitando o acontecido com Anelise na Bienal do Livro 2017... Caso queiram saber com mais detalhes, vocês podem ler aqui. (Depois posto o link, a postagem ainda não foi feita.)
Pincelarei de qualquer forma. Ela foi a Bienal no domingo, dia 3 de Setembro, tanto para comprar alguns livros, quanto vender as antologias que estavam sobrando. É complicado a gente abordar pessoas na bienal, com todos aqueles estandes enormes e o local cheio. Apesar da timidez e nervosismo, conseguiu vender três livros. Bem abaixo da expectativa meio iludida que ela colocou, mas mesmo assim não deixa de estar feliz!
Compartilhou a foto normalmente no facebook, por inocência e a foto viralizou de uma forma que nem eu e nem ela entendemos direito até agora.
No dia seguinte, tinham sei lá quantas pessoas falando dela, querendo o livro dela, falando o quanto a atitude dela é admirável, inspiradora, o quanto ela é guerreira.
Mas ai, me peguei pensando: As pessoas só viram a ponta desse iceberg, só viram um momento dessas enorme linha do tempo que é a trajetória da Anelise como escritora.
Se eles soubessem o tudo que ela fez pelo livros dela, desde sempre. Além de escrever, ela já fez vídeo, cosplay (aka Moda Personagem), fez música. De tudo um pouco.
É muito carinho e dedicação envolvidos para todos esses filhos que ela tem e são muito importantes para ela.
E é isso que acredito que seja ser escritor. Não é só escrever! É dar vida, significado a tudo o que você escreve. Ser o que você escreve! Fazer ser uma parte muito importante de quem você. Se provando sempre que você é mesmo o autor do que escreve.
Por hoje é isso, termino o post com um vídeo que Anelise fez para o Contos Anê justamente sobre algo muito parecido com o que falei aqui.
Até a próxima!
Beijos do Kyon!

Assistindo, Lendo, Etc... #1: Apresentação + Mês de Agosto 2017

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Olá, Minna-san! Como vão?
Cá estou eu, mais uma vez criando coisa nova para o blog. Dessa vez é o "Assistindo, Lendo, Etc...". Trata-se de mais postagem fixa por aqui, onde vou contar um pouco sobre o que eu ando lendo, assistindo, ouvindo, até fazendo até talvez. (Só não coloco escrevendo porque isso fica lá no Garota Zodíaco, mas se houver algum lançamento, lhes aviso.)
Basicamente é para lhes atualizar sobre estas coisas. Não é algo novo ou genial, muitos blogs fazem algo parecido, só quis fazer aqui também.
As postagens dessa categoria serão na primeira semana do mês e referentes ao mês anterior.
Então, bora lá...

Nos últimos meses tenho assistido loucamente a Grey's Anatomy. Alias, esta série virou programa de família aqui em casa, porque todo mundo senta para assistir durante o jantar.
É uma série divertida em alguns momentos e muito tensa em outros. Tem uns episódios que você só pergunta se a roterista tem algum problema. Tipo o episódio que foi uma espécie de musical. Eu só me perguntava: Por quê?
Estou na Temporada 10, Episódio 23. EITA VÍCIO! Mas o importante é que the favorites still alive.

Um filme super divertido e que descompromissadamente foi As Excluídas.
Gente, eu tenho quase 25 anos nessa cara e ainda adoro filme neste estilo. Visto que eu assisti Degrassi pouco tempo atrás. haha
O filme fala sobre duas amigas que fazem parte do grupo excluído da escola, ou melhor, o resto da escola fora os populares. E achei muito divertida a reversão de papéis que elas fazem na escola. Não vou contar mais senão é spoiler.

Outra série que estou assistindo, a passo de tartaruga, é Reign.
Adoro temática medieval + tretas políticas + romance. haha Bem a minha cara!
Reign conta a história de Mary, futura rainha da Escócia, que é prometida em casamento para Francis, futuro rei da França. Sem contar que a coroa inglesa quer ver Mary morta, porque ela é uma das primeiras na linha de sucessão deles.
Não vi muitos episódios ainda, estou na Temporada 1, Episódio 11.

Indo agora para as leituras... E sinceramente, minhas leituras são lentas porque eu gosto assim, mas acho que tô meio lenta nestes últimos tempos, talvez por causa do estágio, talvez por causa do TCC. Não sei, mas tô lendo menos e escrevendo menos também.
O último livro que li foi Destinos de Papel, da Luciane Rangel, que vi na bienal inclusive neste último domingo. Saiu a resenha no blog e vocês podem ir lá ver que está maravilhoso!

E o livro que estou lendo atualmente é Cidade dos Deuses, de Evanice Maria Pereira. O livro é espírita e mesmo sendo da religião - sou espírita kardecista, btw - não sou a maior fã de Romances espíritas, acho eles meio sem graças. Mas, este livro está sendo uma surpresa. Ele envolve uma história de época e com elementos bem legais, resultando numa ótima ambientação e a parte espírita do livro não é empurrada goela abaixo. Claro que farei resenha quando terminar de ler!


Bem, este foi o primeiro "Assistindo, Lendo, etc..." do blog. O primeiro de muitos com toda a certeza!
Espero que tenham gostado! Até a próxima!