Minha relação com rosa e azul

sábado, 28 de fevereiro de 2015
 
(Já falei sobre esse tema tem muito tempo, mas é válido falar de novo)
Uma coisa sobre mim é verdade: Eu sempre detestei rosa. E com todas as minhas forças!
Pode ser que uma parente da minha mãe comprou para mim umas sete chupetas rosas antes de eu nascer. E o que aconteceu? Nunca usei chupeta e nunca gostei de rosa. haha
O que eu quero dizer com isso tudo? É que eu sempre detestei estereótipos. Sejam eles de qualquer tipo!
Mas o que mais me irrita mesmo é a famosa "coisa de homem" e "coisa de mulher". (Pode trocar para menino e menina, respectivamente.)
Seja desde a cor que for usar, tipo azul ou rosa, até qual seria sua função na sociedade, o tipo de coisas que devem consumir, etc.
E desde pequena eu fica pensando o porquê tanto implicavam com o meu irmão porque ele gostava de brincar com as minhas bonecas. Obviamente, isso era ignorância e pensamento retrógrado das pessoas que me rodeiam. Aquela historinha chata lá no século XX que lugar de mulher é em casa, cuidando dos filhos e homem é quem trabalha.
Ah, poupe-me disso né? Estamos no século XXI, os tempos são outros. Esse papinho nunca rolou quando tinha dez anos, não vai ser agora.
E não, meu irmão não é homo por causa disso. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Isso é uma idiotice sem tamanho. São umas coisas tão sem noção que eu tenho que escutar.
Para mim quando alguém responde porque é "coisa de menina/menino", não é argumento.
Você pode usar rosa sendo homem. Você pode usar azul sendo mulher.
Não tem nada a ver, é só uma cor como qualquer. É só uma coisa que existe e foi convencionada assim e acabamos "pensando" dessa forma. Mas nada te impede de fazer o que quer!
Rosa e Azul para mim é só aquele quadro das duas meninas de vestido branco. Uma com laço rosa e a outra, azul. Só isso!

Resenha #9: A Hora da Estrela

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Finalmente voltei com uma resenha aqui no blog. E dessa vez de um livro que eu li lá na época da faculdade de letras, para o meu TCC.
Quem sabe eu não fale melhor sobre como foi fazê-lo um dia desses, caso vocês queiram.
Sei que esse livro já um pouco batido, mas é sempre válido!
Então deixando a sinopse e eu falo na sequência. As usual! :3

Sinopse: A história da nordestina Macabéa é contada passo a passo por seu autor, o escritor Rodrigo S.M. (um alter-ego de Clarice Lispector), de um modo que os leitores acompanhem o seu processo de criação. À medida que mostra esta alagoana, órfã de pai e mãe, criada por uma tia, desprovida de qualquer encanto, incapaz de comunicar-se com os outros, ele conhece um pouco mais sua própria identidade. A descrição do dia-a-dia de Macabéa na cidade do Rio de Janeiro como datilógrafa, o namoro com Olímpico de Jesus, seu relacionamento com o patrão e com a colega Glória e o encontro final com a cartomante estão sempre acompanhados por convites constantes ao leitor para ver com o autor de que matéria é feita a vida de um ser humano.

Lá vou eu falar de um livro de 1977 e que foi o último livro da Clarice Lispector. Ele foi lançado pouco antes dela morrer de câncer (foram nos ovários se não me engano).
O livro é narrado por Rodrigo S.M. (isso tá lá em cima), eu costumo dizer que é um narrador-personagem-onisciente. Porque ele é uma pessoa como nós, conta sobre os seus problemas lá no início do livro e nos conta a história de Macabéa do ponto de vista de alguém de fora e também de um narrador que sabe o que passa dentro o personagem.
Eita maravilha de licença poética fazendo o seu serviço! haha
Macabéa é uma nordestina de 19 anos que se mudou para o Rio de Janeiro em busca de um destino melhor para sua vida. Sempre teve uma vida sofrida e a sua mudança não fez nada de diferente acontecer até agora. Ela trabalha como datilógrafa e seus dias são sempre iguais.
Até que em um belo dia de chuva, alojada em um bar esperando a chuva passar, ela conhece um de "espécie semelhante", também nordestino, Olímpico. E ai, foi amor a primeira vista.
Não demorou muito para que virasse namoro. Mas era bem sem sal, porque eles só saiam juntos.
No decorrer da história, Macabéa fica doente, de Tuberculose, e não sabe mais o que fazer ao descobrir que foi traída por Olímpico. Não me lembro com quem ele traiu.
Enfim, a vida da Macabéa acaba ficando pior. Por recomendação de Glória, a colega de trabalho dela, Macabéa faz uma visita a cartomante. E lá, a a cartomante inflama o ego da pobre Macabéa com esperanças de um futuro muito bom a caminho. Que ela encontrará um homem rico, estrangeiro e com uma Mercedes.
A pobre sai de lá toda feliz e ai acontece a coisa mais irônica dessa história.
Ao atravessar a rua, distraída, Macabéa é atropelada por uma Mercedez. E é neste momento em que o título da obra faz sentido. É apenas nesse momento que ela é notada pelas outras pessoas, que ela recebe a atenção delas. E o mais irônico é isso ser na hora de sua morte!
E isso me fez pensar em uma coisa: Na nossa vida, muitas pessoas nos julgam o tempo todo, mas quando você for, pode ter certeza que eles vão se lembram de você como uma boa pessoa. Isso poder ser visto ao ter a morte alguém famoso. Só prestar atenção.
Na real, podia aqui ficar falando da análise que eu fiz de que Macabéa também seria um reflexo da própria Clarice na obra, justamente por ter algumas características semelhantes entre elas.
A obra é bem curta, menos de cem páginas e é em "uma tacada só". Não tem nenhuma divisão de capítulo, a história é contada sem interrupções.
É um livro que faz parte da literatura nacional e clássica também. Valeu muito a pena ter lido este livro e ter feito um trabalho sobre ele.
Quem nunca leu, separa um tempinho para conhecer.

Top 5 #1: Apresentação - Casais de Anime

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Olá, pessoal! Anelise aqui e pronta para começar mais uma "seçãozinha" para o blog.
E eu relutei muito, mas muito para criar isso. Por quê?
Quem me conhece sabe que eu sou uma pessoa péssima para fazer tops e listas de coisas preferidas. Não me acho boa pessoa para sair avaliando nada. Tanto que, as resenhas/reviews de livros aqui do blog nem tem a classificação em estrelas. Não me acho boa para dar estrelas em algo e muito menos classificar algo em uma numeração. Isso é sempre muito complicado para mim!
Vocês vão perceber no decorrer das postagens que eu sou dessas pessoas indecisas.
Mas enfim, eu resolvi fazer um esforço e sim, vou tentar dar o meu melhor para fazer isto! (Ganbatte!)
Batizei de "Top 5" mesmo... Tipo, super original! E é óbvio o que será, mas explico mesmo assim.
Escolherei um tema, seja lá do que for, e montarei o top com os meus favoritos. Simples. Fácil. Rápido. Prático. Calma, eu também vou explicar os motivos para as minhas escolhas!
E com isso, ganhamos mais uma fotinho lá nas categorias... Esta ai embaixo!


E acho que não tinha tema melhor para começar isso do que com anime. E "casais de"... (Anelise, como você é engraçada!)
Enfim, apaixonada por romance e por anime, isso é a minha cara.
Outra coisa, aqui serão apenas os casais hétero. Não é questão de preconceito, não comecem a falar besteira. Acho que os de yaoi e até de yuri (como se eu visse) tem que ter um top próprio.
Então, bora começar essa joça! haha

5-Gennosuke e Oboro (Basilisk) / Kosuda e Yamada (B Gata H Kei) / Usui e Misaki (Kaichou wa Maid-sama) / e mais uma penca, principalmente de shoujos.
Eu avisei! haha
Aqui entram praticamente todos os casais dos animes que eu já assisti, porque todos eles são apaixonantes e divertidos e me deram uns bons momentos de surtos e de risadas. E inspirações.
Os três casais citados são: Romeu e Julieta (Sério gente, eu morri no final! E toma esse spoiler.); Uma fofurice que só (Esse anime é divertido e fofo ao mesmo tempo) e Popular apaixonante e a tsundere. (Mais clichê impossível, mas cara, Maid-sama é maid-sama. Usui é Usui! Ele é o rei desse tipo de personagem. Fiz o Hiryu e a Chikayo de Minha Tsundere é uma agente inspirado neles.)

4- Kenshin e Kaoru (Rurouni Kenshin) / Makoto e Yura (Futari H)
O primeiro é um casal que demora a se formar na história, mas é daquele tipo que vive brigando e se entende depois. Eles se encaixam muito e o final deles, que o meu namorado me contou, é de você ficar assim, acreditando no amor. Tipo, não se separaram apesar das circunstâncias.
O outro, admito, é do mangá hentai que eu tenho 30 edições lá no meu armário. Mas o que o Futari tem de hentai, ele também tem de romance. Yura e Makoto são um casal arranjado, mas eles aprenderam a se amar enquanto se conheciam e descobriam o sexo.

3- Ren e Nana Oosaki (NANA)
Aqui já começam os casais que eu surto só de me lembrar.
E sim, NANA é apaixonante em todos os aspectos, mas esses dois merecem um destaque. Eles mostram que o amor está além da distância e do tempo. Esses dois ficam três anos afastados, mas quando se reencontraram era como se nunca tivessem se separado.
Eu gosto tanto desse casal que cheguei a comprar o símbolo deles, que é o colar com cadeado que o Ren usa e a Nana tem a chave, e fiz o mesmo comigo e meu namorado. (Coisa melosa, Anelise.)
E recomendo que vocês conheçam essa história. Pode ser pelo anime, pelo mangá, pelo live action. Leiam, assistam NANA!

2- Mamoru e Usagi (Sailor Moon)
Pois é, acho que o casal do primeiro anime que eu vi na vida não podia ficar de fora.
Quem conhece Sailor Moon sabe a história deles. Eles eram de reinos diferentes, Terra e Lua, e mesmo assim se apaixonaram. Porém, algumas coisas aconteceram e eles só se encontraram novamente em outra vida e para parar o mesmo mal da primeira vez.
E o reencontro deles trouxe tudo do passado de volta e eles não perderam tempo e ficaram juntos logo... E, chão da cozinha! Se eu for explicar, vocês vão rir tanto... Tá bom! A primeira vez deles foi no chão da cozinha. Pronto falei!
O Príncipe da Terra e a Príncipe da Lua, sem mais!

1- Yusuke e Keiko (Yuyu Hakusho)
O mais engraçado é que esse não é uma casal de Shoujo (para meninas), mas sim de Shounen (para meninos). O foco da história não são esses dois, mas olha, a quantidade de cenas que eles renderam para eu surtar... Nossa!
Yusuke e Keiko são amigos de infância e sempre foram próximos, tanto que o Yusuke até faz umas brincadeiras com ela. Tipo, levanta a saia dela e diz "Ah, é branca, mas tá suja".
Eles gostam um do outro, mas não demonstram isso do jeito que deveriam, apenas mantém a amizade (assim sem nada oficial mesmo) até que os problemas se resolvam. E eles ficam juntos no final. Com direito a beijo e um banho de mar na sequência. Essa Keiko!
Eu gosto muito deles porque eles lembram justamente eu e meu namorado. Sério! Eu ainda vou fazer cosplay da Keiko e ele, de Yusuke.
Posso, só posso comentar uma coisa a mais?
Esta semana estava lá eu lendo o mangá do Yuyu, que está sendo relançado agora pela JBC, e chego no capítulo que o Yusuke ressuscita e no final do capítulo foi eu tive um troço. Bem, alguém precisava "beijar" o Yusuke para ele despertar e quem fez? Keiko!
O pior não foi isso! Foi todo o desespero dela para conseguir a tempo.
E o Yusuke abraçando-a e ela, chorando de felicidade... Ai, gente! Meu coração não aguenta!

Bem, pessoal, esse foi o primeiro Top 5. O primeiro de muitos, com certeza!
Só um outro adendo e curiosidade para vocês: os criadores de Sailor Moon e Yuyu Hakusho, Naoko Takeuchi e Yoshihiro Togashi, são casados. E não, não coloquei os casais deles de propósito.
Espero que tenham gostado! Depois volto com mais! :3

Por que escrevo?

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Essa com certeza é a pergunta que todo escritor já fez a si mesmo: Por que eu escrevo?
Acho que os motivos que levam os escritores a escrever são inúmeros. E não me acho capaz de listar todos, porque cada um é cada um. Então, falarei de mim!
Anelise, por que você escreve?
Acho que eu só fui parar para pensar sobre isso no ano passado, quando completou dez anos que eu peguei o primeiro caderno e comecei a escrever.
Eu ainda era uma criança e não entendia direito das coisas. Não entendia da vida e nem de escrever também. Aprendi sobre os dois sozinho, enquanto eu crescia.
Era novinha e inocente, mas eu sempre tive uma imaginação muito fértil e brincava bastante com o meu irmão. Tanto que uma das primeiras histórias que criei tem nós dois como protagonistas (e eu só fui escrevê-la como conto em 2013).
Tinha entrado em uma escola nova pela primeira vez, a outra foi onde estudei desde bebê praticamente. E sofri um pouco com aquilo, não que na época senti-se isso, mas fui perceber durante os devaneios. Era uma escola grande e com muita gente, maioria deles se sentindo "os adultos"  porque entraram na quinta série.
Então eu sofri do problema de ter que me encaixar. Não crescer mais cedo, mas realmente me sentir melhor aceita. E sim, considerei algumas coisas bullying.
Eu sempre tinha que pagar quando quebrava algo de alguém. Ou as pessoas riam de mim porque eu era pequeninha e inocente. Vide o "Minha mãe não deixa" que respondi a um convite de sair de um menino. Essa foi para ser zoada o resto do fundamental II.
Mas uma coisa que sempre soube era me desligar da escola no momento em que saia dela. Isso também graças a internet não ser como é hoje.
Além dessas coisas, também teve no ano seguinte, 2004, a minha miopia começando a aparecer e me fazendo ficar com dificuldade na escola. (Hoje já tenho quase seis graus de miopia!)
Pode ter sido tudo isso que me levou a escrever ou quem sabe simplesmente o meu amor as Super Agentes? (aka 1º história)
Só que nessa altura do campeonato é algo muito complicado de se descobrir o que levou ao estopim, ao começo de tudo. O que importa é que agora eu escrevo e faço isso apenas para mim, porque já faz parte de mim, porque me completa.
Pode até haver dias que não estou nem um pouco com vontade de pegar o caderno ou abrir o word, mas isso vai do meu humor, que convenhamos é bem instável.
Não consigo me imaginar sem escrever. O que seriam deles sem mim? Estariam largados no esquecimento!
Não teriam cadernos rasbicados, partes encenadas em voz alta trancada no quarto, ficar pensando em cenas e as imaginando antes de dormir e nem momentos em que começo a rir do nada porque lembrei de alguma cena ou de algum personagem.
Anelise não é Anelise se não tiver os seus filhos literários! Eles vivem junto comigo. São doidinhos junto comigo. Veem o mundo junto comigo, justamente porque são parte de mim!
Falei, falei, mas não respondi a pergunta... Mas eu tenho esse trecho, que para mim é a melhor resposta que poderia ter dado!


Pessoas que me inspiram: JK Rowling

sábado, 14 de fevereiro de 2015


Vou começar essa "seçãozinha" aqui no blog mostrando pessoas que me inspiram. Tanto faz no que for!
E não poderia começar isso melhor do que com a JK Rowling!
JK me inspira tanto como pessoa, tanto como autora. Eu tive a oportunidade de ver o filme que conta a história de vida dela: Magia além das palavras.
E sério, cara, é algo que dá um gás para qualquer escritor que tem o sonho de ter um livro publicado e que inclusive ele faça sucesso.
A gente vê que a JK viveu a história dela enquanto a escrevia. Ela ficou quase sem dinheiro para cuidar da filha dela. O pouco que tinha era um auxílio do governo.
Mas mesmo assim, ela acreditou nela mesma, terminou o livro, mandou a uma agência.
Ela continuou trabalho enquanto a agência procurava uma editora. Ela recebeu diversos "não", mas apenas um sim bastou para o sucesso dela começar.
E este era mesmo o sonho dela, ela sempre foi escritora. Sua mãe dizia: Minha filha, um dia você vai encontrar o livro da sua vida. (Ou era quase isso.)
Pois é, foi o Harry Potter.
Mesmo nem tendo terminado o primeiro livro, parando no último capítulo, eu sei o valor que essa obra para muita gente.
Mas não é a obra que me inspira e sim a autora dela, que por muitas vezes vi ser uma pessoa maravilhosa.
Quero ser tão boa escritora e tão boa pessoa quanto ela!
JK, SUA LINDA!

Liberdade ao leitor

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Quem já leu alguma das coisas que eu escrevi sabe bem que eu evito descrever muito e seja lá o que for. Seja personagem, objeto ou cenário.
É por que eu faço isso? Preguiça? Esqueço mesmo? (Sexta no globo repórter! #zoa)
O real motivo de eu fazer isso é porque eu gosto que o leitor use a sua imaginação e veja a história (mentalmente falando) do jeito que ele quiser!
Ele pode imaginar o protagonista e mais todos os outros personagens do jeito que ele quiser, porque nenhum deles tem sua aparência descrita. Eles podem se parecer como ele quiser!
Poder incluir a si mesmo, a família e os amigos na história.  Qualquer cor de pele, de cabelos, de olhos.
E quanto aos cenários... Que a pessoa imagine locais que ela frequenta.
A rua da casa dela, a rua da escola. O seu próprio quarto, sua própria sala. Com todas as coisas que tem nelas, nos mínimos detalhes.
Assim acaba ficando com um história que é mais próximo dele, porque ele consegue se ver ali.
E sabe qual o melhor de tudo?
Não precisei escrever uma linha para isso!

Tag: Completando frases

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Olá, pessoal! Lá vem Ane-chan trazendo mais um tag. Simplesmente adoro responder essas coisas.
Essa é bem simples, só responder. Bora lá!

Regrinhas:
-Completar todas as frases;
-Repassar para 6 blogs e avisá-los;
-Ao completar as frases, você pode optar por manter as mesmas ou inventar outras.

1- Sou muito estressada, impaciente, agoniada, míope, baixinha.
2- Não suporto gente que anda devagar na minha frente quando eu quero passar.
3- Eu nunca quebrei um osso ou fiquei internada no hospital.
4- Eu já quebrei o meu óculos com o joelho. (Foi só uma lente, mas ok.)
5- Quando criança eu enchi o meu quarto de água porque estava calor e eu queria usar o biquíni novo.
6- Neste exato momento estou pensando nas coisas que tenho que escrever.
7- Eu morro de medo de escuro e de ver algo nele. (Mesmo sendo espírita e coisa e tal.)
8- Eu sempre gostei de anime, a antiga cartoon que o diga.
9- Se eu pudesse traria algum personagem meu ou de alguma história que goste para o nosso mundo.
10- Fico feliz quando eu posso ficar sozinha, escrever, ouvir música e tudo isso em paz. Sem ninguém me chamando ou algum barulho de tv.
11- Se pudesse voltar no tempo mudaria aquele dia em que tive a maior frustração da minha vida. Quando fui expulsa do estágio.
12- Adoro escrever, ouvir, ver anime, ler livros e mangás.
13- Quero muito lançar um livro e vê-lo vender bastante.
14- Eu preciso ganhar dinheiro.
15- Não gosto quando ficam falando na minha cabeça e me criticando.

Como sabem, não indicarei ninguém. Não tem como eu indicar, esse número é muito algo.
Espero que tenham gostado da tag!
Beijos!

Dois anos do registro de As Aventuras de Jimmy Wayn

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Completou no último dia 1º de Fevereiro, ontem né, exatos dois anos que eu registrei um dos meus livros: As Aventuras de Jimmy Wayn - O menino virgem.
Pois é, um livro que eu escrevi com apenas 16 anos, considerando que eu tenho 22 anos agora, já tem um tempo.
E acho que uma das melhores coisas que fiz com ele. Porque é justamente o livro que eu estou tentando publicar e esse é um passo importante e que tira um bocado de trabalho que você poderia ter depois.
E como foi registrar um livro, Anelise? Foi difícil?
Não! Não foi difícil! Achei um tutorial maravilhoso da autora Karen Soarele (tenho que ler os livros dela), onde tinha tudo explicado nos mínimos detalhes.
Vi tudo o que era pedido e me organizei para fazer.
Viajei de casa até o centro da cidade do Rio de Janeiro com o meu namorado. Após pagarmos o valor do registro e encontrarmos com a minha mãe lá fomos nós atrás do lugar.
Só que... Imaginem um lugar escondido? Pois é, era mais que escondido. Foi meio complicado achar!
E eu, gênia, ao chegar lá ainda estavam faltando algumas coisas. Deve ter sido porque a minha mãe fica perturbando o juízo e eu acabo esquecendo.
Enfim, meu namorado teve que descer para tirar as benditas xerox que faltavam. Cheguei até a chorar, desesperada, "porque eu sou uma tonta e esqueço tudo".
Mas no fim, apesar dos percalços, o livro foi devidamente registrado e uns meses depois já estava com o meu registro em mãos. (Ele chegou lá na casa do meu namorado, porque eu tive que usar o endereço dele.)
Enfim, foi uma das melhores coisas que fiz com um livro meu. Porque ai não vai vir um engraçadinho e me roubar a história que eu escrevi com muito amor, carinho e esforço.
É algo que recomendo a todo autor fazer, porque é realmente algo muito importante.
Ai está o vídeo onde eu falei mais sobre como foi e falei até da história. (Como meu cabelo tava ridículo naquela época.)