Não dê limites a um escritor

terça-feira, 25 de março de 2014
 
Um escritor é conhecido por dar asas a sua imaginação e colocar para fora o que de mais louco e surreal que venha da sua cabeça.
Mas sabe quando se participa de um concurso? Seja ele de contos ou de livros completos, até de um grupo de fanfic.
Eles tem que estipular regras e uma delas é a quantidade de capítulos ou máximos de palavras que se pode usar ou até que tipo delas usar.
Isso para um escritor é muito ruim!
Ter que desenvolver uma ideia dentro de todas essas limitações, também num determinado tempo. Pode ser uma coisa fácil ou complicada, depende de qual for o escritor.
Pode ser que ele não consiga desenvolver da maneira detalhada que queria. Ou tenha uma ideia bem simples e que pode ficar curta demais.
Ele fica aflito, nervoso com a quantidade e não com a qualidade do que está escrevendo.
"Eu tenho que terminar em XXX palavras".
A cada parágrafo que escreve, atualiza a contagem e vai continuando assim. Controlando a sua vontade de acabar fazendo demais. Acaba cortando e não explicando algumas coisas.
No final, a história sai. Mas não necessariamente do jeito que queria, não completamente.
Limitar um escritor é limitar sua criatividade, sua vida, suas vontades e suas inspirações.
Dê liberdade a ele para fazer o que lhe dá vontade. Sem se importar com a quantidade, mas sim com o que as palavras querem dizer.

Esse texto é inspirado em uma coisa que aconteceu comigo tem pouco tempo. Tive uma ideia mal desenvolvida por conta de limitação de palavras. Também um outro que terei que tirar os palavrões.

Por que falam mal da dublagem?

segunda-feira, 17 de março de 2014





Sempre vejo por ai pessoas falando mal e como odeiam assistir a coisas dubladas.
Mas por que será que ela pensa assim?
Ela pode simplesmente gostar de assistir em idioma original e legendado, isso é pura preferência dela. Só que isso não lhe dá o direito de condenar a dublagem, só porque não gosta e pronto acabou.
Pode ter assistido a uns ou dois filmes que não ficaram muito bons dublados (sim, estou sendo realista) e resolve condenar todos os outros. Ela toma esse um ou dois como a verdade absoluta e ninguém a faz mudar de ideia.
Só que tem um pequeno porém...
Existem animações por ai a fora, melhor dizendo, desenhos tanto em 2D ou 3D. Eles tem um idioma original obviamente. Só que estes filmes também foram dublados, os personagens ganharam vida por via de atores que os interpretaram. Quando se passa esse mesmo filme para uma outra língua, é basicamente isso que se faz também, baseando-se na dublagem original.
Opa, mas não é totalmente contra a dublagem?
De uma certa forma, esta animação é dublada e você ainda assiste.
Eu sei que a pessoa se referiu a filmes em português brasileiro. (Nosso idioma)
Só que tem um outro problema...
Esse pessoa não soube inglês (ou qualquer outra lingua) ou ler durante toda a sua vida. Quando ela tinha uns três ou quatro anos, o que ela fazia? O que ela sabia falar? Apenas a sua língua nativa.
Consequentemente, nessa época consumia coisas dubladas. Inconscientemente, querendo ou não.
Então, por favor, não condene algo que um dia foi uma das suas formas de adquirir cultura e sem dúvida, te auxiliou a ser o que é hoje!

Resenha #2: Garota Replay

sábado, 15 de março de 2014

Mais uma review de livro aqui no blog.
Não me acho uma crítica literária, então só dou a minha mera opinião.
E no dia de hoje será sobre um livro que tinha tempos, mas bastante mesmo, que eu queria ler: Garota Replay.
Eu vi o livro uma vez sendo vendido em Bangu, mas não pude comprar, tava meio que com o dinheiro contado. Guardei o nome dele para poder comprar depois.
Só na bienal do ano passado que, em um desses estandes pequenos cheias de livros baratos, me veio uma intuição: Olha naquele lugar ali. Fui lá! Dei de cara com o quê? Pois é, esse livro! Pela bagatela de dez reais.
Eu sou uma pessoa que protela bastante coisa, então enrolei um pouco mesmo para ler o livro. Só que já tinha esperado tanto por ele, não faz mal!

Sinopse: Thizi é uma garota do bem, apaixonada pela vida. Mas, após uma madrugada trágica, sente que tudo à sua volta desmorona. Descobre que Tadeu, seu namorado, beijou uma garota em uma noitada e quebrou o nariz de Tito, melhor amigo de Thizi, quando soube que ele fotografou a prova da traição. Na mesma noite, Tadeu dirigiu bêbado e causou grave acidente, que deixou o amigo Gabiru em coma. Em meio a tanta decepção, Thizi encontra uma Replay de si mesma, uma igual. Agora, não mais a única do planeta, ela se sente a pessoa mais solitária do mundo e precisa entender que só o amor tem o poder de provocar as melhores mudanças. Garota Replay trará reflexões para desvendar os segredos da vida de Thizi. E da sua também...

Como maioria dos livros atuais, pelo menos dos que ficam famosos, é contado em primeira pessoa e por nosso protagonista. No caso deste é a Thizi.
Ela é uma menina feliz ou achava que era assim. Os pais dela vivem viajando, mas ela já até se acostumou com isso, a empregada é a sua única família.
O namorado dela é um grande babaca porque traiu diversas vezes a Thizi. A garota só foi acreditar quando o melhor amigo, Tito, mostrou provas do flagrante. E seu amigo até apanhou por causa disso.
No início da história, Thizi vai a uma balada/festa sozinha, apenas para espairecer. Era muita coisa ao mesmo tempo!
Nessa festa ela se encontra com um replay dela mesma, ou seja, ela mesma. Na real, está mais para uma ela do futuro, uns três anos. Então, se relaciona com o seu replay e esta lhe conta muitas coisas. Dá um choque total de realidade na protagonista.
A história vai passando de um jeito bem leve e legal, com Thizi tentando terminar o seu namoro, contudo com Tadeu hospitalizado a situação complica. E também tenta se resolver com o melhor amigo. Meio que eles passaram por uma crise.
Não vou contar mais muita coisa. Acho que já dei bastante spoiler!
É uma boa pedida! O livro tem uma leitura fácil e bem fluida. Eu entrei na história. (Isso sempre acontece.)
Só digo mais uma coisa: A reviravolta do final me deu um mindfuck sem tamanho. Eu não acreditei.
Mindfuck = quando sua cabeça fica doida, meio que toma um choque.

Complexo de: Ninguém gosta de mim!

sexta-feira, 7 de março de 2014

Sabe quando parece que você fala e fala, sua voz ecoa pelas paredes, mas não alcança ninguém? Você fica literalmente, e sempre, falando sozinho.
Está no meio de uma multidão e se sente sozinho. Em um grupo de amigos, sempre é o único que não consegue iniciar algum assunto.
Praticamente tudo o que você fala fica só por isso mesmo. Ninguém dá uma resposta ou dá recebe algo como um "Ah, legal!".
Parece que não existem assuntos interessantes para se falar com você e acaba virando uma mera ouvinte de todos os outros.
E o complexo acaba surgindo... De que ninguém gosta de você, porque quase não conversam com você. E bate aquela solidão!
É até possível conviver com isso, porque por imposição, acaba aprendendo que a melhor companhia que se pode ter é a sua própria.

Tag: I love books, problem?

segunda-feira, 3 de março de 2014
Eu vi esta tag no My Queen Side, gostei bastante e fiquei com vontade de fazer. Isso mesmo que farei.
A regra é bem simples: Responder as perguntas da foto abaixo.


1- Meu livro favorito é... Poderosa 1,2,3,4 e 5. 
Amo essa série! Eu sou apaixonada desde os meus 13 anos. Não tem como não amar a Joana Dalva e tudo o que ela faz com o seu poder. (Eu tenho uma convicção de que ela é a personagem literária mais poderosa de todas. Posso até fazer um post sobre!)


2- Um livro que eu não gostei foi... Meu pai vive de arte.
Foi um daqueles livros paradidáticos do colégio. Esse tipo de livro tende a ser chato, justamente porque lemos por obrigação. Mas esse... Se superou. Imagine um livro parado e que é contado muito devagar? Era assim! Eu quase me enforquei tentando ler, ai larguei. Melhor coisa que fiz!


3- Um livro que eu paguei caro... Destemida 3: O tesouro do castelo do pântano.
Era um livro que eu procurava por anos, junto com o segundo da série, um belo dia achei por 24,90 reais. Só que no site da editora ele estava sendo vendido a preço de mangá: 6,90 reais. Eu comprei o meu antes dessa promoção.


4- Um livro com a capa bonita... Fala sério, filha!
Pois é, eu leio Thalita Rebouças. Quem me conhece sabe que ela é uma das minhas inspirações. Ela é demais!
A capa é muita chamativa, adoro as cores dela. Pode ter só o título, mas chama mesmo pelas belas cores. Arte simples, porém bem feita!



5- Um livro que você quer ler... Suzumiya Haruhi no Yuutsu. (A melancolia de Suzumiya Haruhi)
Admito que é a novel que foi usada em um dos meus animes favoritos. Eu já li alguns capítulos, eu tenho que tomar vergonha na cara e ler a série de livros. Tudo bem que não é um livro que tem aqui para comprar, mas tem tradução online dele.


6- O que está lendo?  Linhas
Foi um dos livros que eu comprei na bienal por três reais. Estou gostando bastante. A autora escreve quase que no meu estilo: Vocabulário simples e de capítulos curtos. Só não entrou na minha cabeça ainda como as três amigas da história tem apenas 14 anos.



Quem gostou da tag sintam-se à vontade para fazer. E me mandem os posts, por favor!