Filmes orientais

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
O meu amor por animes fez eu ter um interesse também em outras coisas que viessem do Japão e da Ásia em geral. Filmes são um exemplo!
Já vi filmes dos mais variados, desde live actions de algum anime até filmes de robôs.
E eu gostei de todos os filmes. Eles sempre passavam uma mensagem legal ou eram muito engraçados.
Não é muito diferente dos filmes "normais" que assistimos. Acho os filmes asiáticos só um pouco mais dramáticos apenas.
E são filmes que só são possíveis de serem vistos legendados, já que eles não chegaram aqui e não foram dublado. Esse fator me faz aprender uma pouco mais das línguas.
É bom poder sair um pouco dos padrões e poder assistir algo diferente.
É uma pena que sejam filmes pouco conhecidos, pois eles são muito bons.
Sempre que posso procuro um filmes desses para ver e me divertir.

Ficar sozinha em casa

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Sabe quando você tem aquela vontade de ficar sozinho, até porque passa maior parte de seu tempo sendo rodeado por outros.
É bom poder ficar sozinho, ter um tempo só para você! Apenas sua própria compania!
Poder ficar vestido do jeito que quiser, ou não ficar vestido. Poder ouvir música no último volume e dar uma boa desafinada ao cantar, ainda fazer uma dança maluca. Poder ver um programa ou alguma coisa que só você gosta. Poder fazer poses e conversar com seu reflexo no espelho. Poder se deitar e ficar com o pensamento longe. Não precisar dar atenção a outra pessoa, só a você.
Precisamos desses momentos, só nossos! Vai me dizer que você não gosta de uma solidão dessas?
Não precisa ser por dias, algumas horas já são o suficiente. Fugir da realidade um pouco!
Um tempo para refletir ou apenas curtir. E também... Ser um pouco egoísta!

Homenagem a quem escreve certíssimo...

domingo, 17 de fevereiro de 2013
Claro que o título se trata de uma ironia. Eu sei que todos os seres existentes tem o dever de saber o português todo. Tanto que eu não sei tudo e também erro.
Mas, acho que existe um limite para isso. As pessoas costumam errar coisas comuns e bem fáceis. (Não não é exagero.) E as pessoas não se tocam que escrevem muito mal, acham que estão abalando a boca do balão. O máximo que conseguem é uma print, uns minutos de fama e ser reconhecido como um eterno idiota.
Se preparem que eu vou entrar em uma personagem que tem um português péssimo. E vou exagerar. Lá vai...

Olha aqui, meu bem, recalcada! Num me entereressa o que vose acha de mim. Porque eu sou fabulosa, meu bem! Minhas fotus tem muintas curtidas e muintos comentários. Isso tudo é enveja! Porque eu tenhu um namorado lindo, só para mim beijar e abraçar. Concerteza vose quer o corpo nu dele, mais não vai ter. Cuido do que é meu. cuide do que é seu! Fica perdendo tempo mechendo e fofocando a vida do zoutro.
Vai lá pastar, sua vaca leiteira. SUA E-N-V-E-J-O-S-A! Seu recalque aqui bate e volta, querida.

Não ficou tão exagerado quanto achei que fosse ficar, minha personagem sabe até pontuar. Isso é só uma parte para vocês terem uma noção de como esses tipos de erro me irritam.



Cabelos ao vento...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Um dia de sol, daqueles bem quentes. Estou com muito calor. Tudo o que mais quero é algo que possa me refrescar, nem que por breve segundos, fazendo-me esquecer do calor um pouco.
E de repente corre uma brisa. Que ao tocar minha pele causa um calafrio e um arrepio, mas ambos são bons. Sinto a brisa também chegar em meus cabelos e tocá-los, fazendo me sentir em uma cena de filme ou em um videoclipe.
Como o vento ás vezes pode ser gracioso e forte, dependendo de como vem.
Pode ser inofensivo, como uma brisa. Ou devastador, como aquela ventania antes (e durante) uma tempestade.
O vento é assim variável, como eu!
Em certo momento estou tranquila, mas posso mudar para um vendaval e ter mais força.
Também me assemelho ao vento por sua beleza e sua invisibilidade. O vento é belo, mas ninguém o vê, só o toca, o sente.
De vez em quando me sinto invisível, mas os meus sentimentos podem tocar a todos. 

Foi bom enquanto durou

domingo, 10 de fevereiro de 2013
Inspirei-me em Ai no Uta de Minori Chihara.

Eu sei por tudo o que passamos. Nós sabemos por tudo o que passamos. Altos e baixos, não é?
Os nossos caminhos se juntaram e aproveitamos a jornada juntos, caminhando e apoiando um ao outro.
Mas, como tudo na vida tem um começo, também pode ter um fim. Isto nos aconteceu. Nosso fim chegou.
Podemos ter ficado triste. Eu pelo menos fiquei. Não é bom quando termina, não mesmo!
Sinto muito por tudo!
E também agradeço por tudo o que você fez por mim e me mostrou. Obrigada por passar em minha vida e ocasionar uma mudança em mim.
Agora cada um de nós seguirá um caminho diferente, sem esquecer o passado e lembrar dele com carinho.
Lembrar dos bons momentos, da boa pessoa.
Jamais me esquecerei disso tudo. Obrigada!

(Ficou horrível!)

Direito de falar

sábado, 2 de fevereiro de 2013

As pessoas sempre gostam de falar e deixar sua opinião sobre algum assunto. 
Algumas fazem isso sem moderação e por muita sorte ninguém critica suas opiniões, por mais absurdas e idiotas que elas sejam.
No meu caso, eu não posso falar nem um aí. Já começam a me criticar e dizer que sou a revoltadinha da sociedade.
Sinceramente, acho isso muito chato. Sou muita sensata quando falo (e escrevo), eu me expresso de maneira bem normal, sem mostrar nenhum tipo de revolta. Posso até não concordar com o assunto, mas me mostro de maneira menos crítica, com uso de boas palavras. 
Só gostaria de entender o que acontece?
Se eu falo que um assunto já deu o que tinha que dar e pedem para eu me revoltar em outro lugar.
Se eu mandar para lugares bonitos, não diga que eu não avisei, você fez por onde. (Ironia!)
Gostar de falar o que acho sim e respeito a opinião de outros. Faça o mesmo comigo, por favor!

Inspirei-me  para esse post, porque falei que o assunto do incêndio esta semana no jornal/TV já estava enchendo e me mandaram ir para o Facebook para manifestar minha revolta. Eu só acho que para as famílias quererem ver TV para tentar esquecer um pouco e ficam martelando nesse assunto. Foi só isso!
Mas, como não falar NADA! Deu nisso.
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