Saudade

terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Saudade é uma coisa boa ou ruim? Depende do ponto de vista!
Para mim é uma coisa boa!
Sentir saudade de uma época boa da vida. E lembrar com aquela vontade de voltar a viver aquilo de novo. Essa saudade tem o nome de nostalgia!
Daquela pessoa que você ama e foi apenas passar uns dias fora, mas mesmo assim o seu coração fica apertado e com uma falta dela.
Quando a pessoa volta, você dá aquele abraço bem apertado e fica conversando por horas e mais horas e se diverte muito.
Ou até daquela pessoa que já partiu para o outro lado...
Você sente falta dela e fica pensando que ela poderia estar alí, com você, rindo também. Se lembra como ela era uma pessoa maravilhosa.
Por esses motivos a saudade pode ser considerada uma coisa boa!
É tão bom poder sentir saudade e não apenas falta como se diz em outras línguas.

Sentir demais



Temos essa mania de sentir demais! De levar todos os nossos sentimentos ao extremo.
Ou estamos triste demais, ou felizes demais ou entediados demais.
Quando felizes, até esquecemos do que está a nossa volta.
Mas, a tristeza... Ela é um martírio! Um drama!
Ficamos lembrando da dor e fixando ela na cabeça. Ficamos com o pensamento naquilo o tempo todo, sentindo e fazendo drama. Afinal, o drama vem do ficar sentindo.
Sinta uma vez e pronto! Não fique lembrando. Pode fazer com que demore mais a passar.Esqueça!
As vezes só se merece isso, a lembrança não é uma virtude que lhes convém.
Fique triste sim! Mas por apenas um dia, não por semanas ou meses.
Assim como a felicidade vai embora rápido de vez em quando, a tristeza também.

Opostos

domingo, 23 de dezembro de 2012

Quem escreve pequenos textos tem essa mania de usar imagens de coisas opostas. Amor x ódio; branco x preto são exemplos.
Adoram construir e passar os seus sentimentos com ideias contraditórias e até que se anulam. Gostam dessa coisa de oposto! Essa coisa de outro lado do espelho, onde direita é esquerda e esquerda é direta.
Deve ser culpa dessa confusão de sentimentos e pensamentos, onde um se sobrepõe ao outro.
Com o diferente, nós identificamos e entendemos melhor o que se quer dizer. Mostrar o outro extremo ajuda a entender o primeiro.
E assim de opostos, são feitos os textos e até o nosso mundo!

Chuva!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Estou fazendo as minhas coisas e de repente começa a chover. Eu sei disso porque escutei o som das trovoadas. Corro para a janela para observar!
Vejo os trovões, os raios e os pingos de água. Vejo aquilo tudo acontecendo.
Não consigo evitar de lembrar de mim!
As trovões são como meus gritos, de raiva, de dor, de querer ser ouvido.
Os raios são como meus pensamento, a forma como eles se espalham dentro de mim e depois somem.
E a chuva? Bem, a chuva são as minhas lágrimas, fora de controle.
Observei a chuva, me identificando com ela e acompanhando-a.
Quando acabou, tudo o que eu sentia foi embora. Senti-me bem e mais leve!
Às vezes, só precisamos desabafar!

Não é por mal!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Desculpe-me de ser assim desse meu jeito: Sincera, tímida, desajeitada.
Eu falo o que me vem a cabeça, nem penso se vai prestar ou não. E nem ligo se as pessoas vão gostar ou não. É bom ouvir uma verdade na cara de vez em quando, sabe!
Isto também quando eu resolvo falar, só me abro e solto o verbo mesmo com quem é íntimo meu. Se for íntimo, já era, não calo mais a boca.
Não ter muito jeito para fazer muitas coisas. Correr esquisito, andar esquisito, gestos esquisitos. Ainda ter uma grande habilidade de derrubar as coisas ou de se embolar com elas.
Sinceramente, me desculpe! Eu não sou perfeita e tenho certeza que você também não.

Mais um texto sobre escrever...



Os escritores, seja lá do que eles forem, prosa ou poesia, sempre se colocam no que escrevem. 
Sempre há um pouco (em alguns casos, bastante) do escritor em seus textos.
A culpada disso é a introspecção, o escritor se fecha para criar. Eles se inspiram neles mesmos e no que está a sua volta.

Inspiração na realidade

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

É bom se inspirar na realidade, no seu cotidiano. Seja para escrever ou para ler.
Quando se lê ou se escreve, imagina-se tudo se passando em lugares próximos. Lugares que se conhece, que se frequenta.
Dá-se um toque de pessoalidade neste ponto, neste momento dá para se sentir bem mais próximo.
Isto faz se sentir completamente ligado!