Top 5 #26: Filmes Disney (Animação)

terça-feira, 28 de março de 2017

Olá! Como vão? Espero que bem!
Enfim, mais um Top 5 aqui no blog e dessa vez sobre um tema que tinha meses que eu tava louca para fazer, alias, desde que comecei essa seção do blog: Filmes da Disney.
E acho que seria injusto ter que escolher dentre todos os filmes (animação e live-action), então resolvi dividir. Num futuro teremos os meus favoritos da Disney com atores. haha
Bora lá para o top de um vez né! Aviso: Muitos filmes dos anos 90. Aviso 2: Farei um Top com os filmes produzidos pela Pixar depois.

5- Aladdin / A Bela e a Fera
E a gente já começa com o pé direito né? Ainda mais falando de Disney. haha
Aladdin gosto por conta de ser um dos poucos filmes que tem protagonismo masculino. Alias, adoro a história do film e o gênio também, é claro.
A Bela e a Fera só vi por ser um dos filmes favoritos de uma das minhas amigas de ginásio. Fui ver já com uns 13/14 anos e amei tanto. E tô louca para ver o Live action deste ano. Algo que farei sozinha.

4- Alice no País das Maravilhas
Eu passei boa parte da minha infância vendo este filme. Só fui conhecer e ler o livro mesmo mais velha. Quando somos crianças nem nos importamos de que tem o livro.
E, após a leitura dos livros, percebi o quanto a obra é bem adaptada. Mistura um pouco dos dois livros? Talvez. Mas tem vários detalhes que são repetidos iguaizinhos.

3-  A Bela Adormecida
Este eu gosto só por causa das fada e da Malévola, é claro. A dublagem da minha fita VHS era um ponto a favor. Eu amava aquelas vozes doidas das fadas.
Eu gosto mais por me lembrar a infância mesmo.

2- Planeta do Tesouro / Lilo & Stitch
Planeta do Tesouro, que é um puta filme underground da Disney e que praticamente poucos viram, é realmente um dos meu favoritos. Eu sempre tenho vontade de ver. Eu amo o Jim, o protagonista do filme, a temática espacial, os outros personagens. Esse filme é maravilhoso! Sem mais!
Lilo & Stitch é um dos filmes mais reais e amorzinho da Disney. (Recentemente, reassisti na Netflix.) E cara, Nani e Lilo são as melhores irmãs (Perdão, mas Elsa e Anna passam longe delas), tem a diferença de idade e os problemas delas serem orfãs e Nani estar quase perdendo a guarda da irmã. Não como ser mais dramático que isso.
Stitch é a coisa mais fofa. Um dos meus mascotes favoritos da Disney. Eu tenho uma pelúcia enorme dele.
E claro, David, peguete da Nani. OH KAMI-SAMA!

1- Pocahontas / Mulan / Moana
Por que o primeiro lugar do Top 5 não teria mais que uma opção, não é mesmo? Ainda mais se tratando de mim. Eu disse diversas vezes e não é novidade para ninguém que meus filmes favoritos da Disney são Mulan e Pocahontas. Por conta das temáticas feministas? Pode até ser.
Mulan foi o primeiro filme que eu vi num cinema, lá em 1998, com 5 anos. Pois é, tô velha! Mas ele foi virar favorita mais pra adolescência mesmo, por eu ver como a Mulan é maravilhosa!
Pocahontas era realmente o filme que mais assisti na infância. Meu VHS tá sofrido, coitado.
E Moana entrou na lista depois que eu sai do cinema. Amei Moana, quem não viu ainda, assista, pelo amor das divindades.

Bem, pessoal. Esse foi mais um Top 5. E quais são os filmes de animação favoritos da Disney de vocês? Comentem ai!
 

Vídeo: Síndrome "Lixo Nacional"

sábado, 25 de março de 2017


Kyon #19: Minha Protegida e a música

terça-feira, 21 de março de 2017
Olá! Kyon aqui. 
Como vão? Eu estou bem! :3
Hoje vim trazem um post do antigo Blog do Kyon, lá do ano de 2014, falando sobre a relação da Anelise com a música. Pensei em fazer este repost porque é sempre um tema recorrente por aqui no blog e acho que ela nunca lhes explicou realmente qual a relação da música na vida dela. É ainda mais importante do que pode parecer para vocês.
Alias, considero esses meus posts antigos tudo uns textos que eu gosto bastante.
Sem mais enrolar vocês, bora lá!

Minha protegida e a música

Todos nós temos uma relação com a música desde que nascemos. Se bobear até antes disso. Afinal, o que se faz para colocar uma criança para dormir? É, cantar. Ainda são aquelas músicas sem nexo algum.
Obviamente, quando era criança, Anelise escutava músicas infantis. Algumas coisas relacionadas aos musicais da Disney e os desenhos que assistia. Bananas de Pijamas, por exemplo. (Sim, existia cd disso.)
Por muitos anos foi apenas isso, músicas de infância e que são nostálgicas atualmente. E muitas por influência da televisão.
Até o início do ensino médio foi assim! Até que ela começou a ser influenciada também pelo meio social dela. As pessoas escutavam música de "gente normal", ou melhor, americanas.
Em 2007, graças a internet, ela assistiu Suzumiya Haruhi no Yuutsu e acabou baixando alguns Characters Songs do anime. Foi ai que ela entrou no mundo da música japonesa, porém ainda manteve o "normal".
Com o passar do tempo, ela foi se aprofundou na J-music e deixando a outro de lado, por achar que sempre era a mesma coisa. Até hoje acha isso!
Atualmente, minha protegida é totalmente japonesa nesse quesito. Os momentos em que escuta outro tipo: ou porque é antigo e ela já gosta da música ou quando é algum evento social de pessoas normais.
Do primeiro modo tá beleza! Ela ouve simplesmente por querer e lhe dá nostalgia.
O segundo modo é o que a deixa mais puta! Porque ela vê todo mundo empolgadão dançando e ela com aquela cara de bunda, justamente por não gostar e também por apenas requebrar sozinha no seu quarto.
Quem a acompanhar pela internet afora sabe o quanto ela escuta música japonesa e aumentou ainda mais por conta do Seiyuu World.
Enfim, qual a relação que Anelise tem com a música no seu dia-a-dia?
Além de ser alguma coisa boa, de um estilo que a satisfaz muito, também tem o detalhe que aquilo a completa de alguma forma. Já virou parte dela! Nunca foi uma grande fã de música nacional e americana.
Mesmo não entendendo quase nada de japonês, ela sente algo diferente ao ouvir. Tem horas que a música ultrapassa as barreiras da língua.
É uma coisa mais emocional e profunda, confusa e barulhenta como ela é. Cada música é de um jeito, não é "sempre a mesma coisa". Não é uma coisa repetitiva.
Influencia como otome, como escritora, como pessoa. Ele se desliga do mundo quando começa a tocar os "arigatos" e "sayonaras" da sua amada J-music. Algumas foram escolhidas como temas de suas histórias.
E ela tem certeza que vai ser um amor eterno! Afinal, Anelise não seria ela mesma sem a J-music.

Claro que algumas coisas mudaram desde aquela época para cá. Ela descobriu o amor pelo folk e o metal. Bem, ela já gostava do rock, mas dessa vez tá afundada nesses dois estilos, sem nunca largar a J-music e também incluiu alguns K-pop.
E vocês? Qual sua relação com a música? É algo para todas as horas ou só para alguns poucos momentos?

Dicas para escrever: Bloqueio e Hora para escrever

sábado, 18 de março de 2017

Tinha quanto que eu não fazia um Dicas para Escrever aqui no blog? Uns bons meses, com certeza.
E dessa eu voltei e pretendo fazer com mais frequência sim, fiquem a vontade sugerir temas que vocês tenham dúvidas que eu anoto e falarei sobre.
Se você não viu as anteriores: Dicas 1Dicas 2Dicas 3Dicas 4 e Dicas 5 e Dicas 6.
Lembrando que são dicas e que elas não devem ser levadas como uma "regra universal", apenas algo para lhes dar um luz sobre o assunto e claro, vocês poderem estudar sobre depois.
Hoje são duas coisas, uma que assombra muitos autores e outra que acho que realmente todos os autores deveriam fazer: Bloqueio Criativo e Hora para Escrever.
Bora lá! =D

Bloqueio Criativo

Esse aqui atrapalha muita gente. Pega a gente de uma forma que não é capaz de ficarmos sem escrever uma palavra por dias.
Alias, quando a gente pede em grupos de fanfics para que as pessoas perguntem e tirem suas dúvidas, esta é uma pergunta recorrente: Como faço para sair do bloqueio?
E admito que chega a ser chato as pessoas perguntarem sobre isso o tempo todo. E sim, vou tirar de novo esta dúvida por aqui.
Primeira coisa: Não fica se obrigando a escrever, porque só vai acabar piorando a sua situação. Você vai se pressionar para algo sair e se sair, não vai ser lá essas coisas e depois você vai apagar tudo.
O maior conselho que eu dou é aceita o bloqueio, abraça ela. A criatividade tem hora que não flui. Tem dia que a gente não tá muito bem. Somos humanos, essas coisas acontecem mesmo. É normal! Não se desespera!
Como disse antes, se forçar é a pior coisa. Porque se travou, se deu tela azul, é porque você acabou sobrecarregando alguma coisa. Apenas descanse! Faça coisas que você gosta, como ler um livro, assistir um filme, uma série. Mas se desliga da ideia de escrever. Completamente!
Sabe a lei de Murphy? Pois é, ela age nessas horas.
Vou citar um exemplo de quando eu tive um bloqueio tenso e é até recente.
Eu gosto de jogar RPG e pretendia participar de um que é mestrado pelo namorado da minha amiga (Mari, lá do Café com Letra, admito). Eu tava com vontade de participar, mas nem sabia por onde começar a fazer a personagem, só tinha a ideia de que queria que ela fosse BR, já que maioria é tudo japonês, tendo em vista que a história é numa escola de delinquentes.
E ficaram os três - a amiga, o namorado dela e o meu também - me pressionando a fazer a personagem. E se tem outra coisa que me bloqueia é fazerem uma pressão em mim. (Já até contei no blog num texto, o Pressão por ser escritora.)
E tavam lá eles me forçando a ter uma ideia e montar um enredo, começando pelo caminho inverso do que eu faria, pela aparência. Buscando referências de personagem de anime para depois cuidar de dados que ao meu ver são mais importantes. Acabei ficando com uma personagem de Sket Dance e continuei sem ter a ideia do enredo. E eu tava nessa de "preciso ter uma ideia, eu preciso".
Eles foram embora e sabe quando fui ter uma ideia? Quando eu estava jantando com a família. E sabe o estalo? Foi um puta de um estalo! E em dois segundos tinha tudo na cabeça e só fui e escrevi depois. Mas só veio mesmo no momento mesmo em que eu parei e meio que esqueci.
Ter bloqueio é assim! (Alias, eu vou contar sobre essa personagem e as outras de RPG que já tive num outro post.)

Hora para escrever

E aqui entra uma dica que pode e muito também ajudar a evitar bloqueio: Separar uma hora para escrever. Essa é uma dica que vários autores dão. Separe um momento do seu dia apenas para escrever, como um compromisso seu com o seu livro/conto/etc.
É um exercício, você condiciona o seu cérebro a trabalhar no livro apenas naquele momento.
Você pode escolher a hora em que acha que a sua escrita flui melhor e isso varia de autor para autor. Pode ser de manhã, a noite, só escolhe um horário na sua agenda para tal.
Eu por exemplo fluo muito bem a noite, algo como 23h - 00h, e nas aulas da faculdade - tô falando sério. Não costumo escrever muito em casa a noite, só quando estou realmente necessitada de terminar alguma coisa, seja post do blog, um conto, ou um capítulo.
E juro que funciona, a coisa toda flui que é uma maravilha. Aqui em casa costuma ser muito barulhento o dia todo, só neste horário é que vão se arrumando para dormir e fica tudo quieto. Ai é aquilo: Ambiente quieta, cabeça barulhenta e borbulhando ideia. (Inclusive estou escrevendo este post num momento desses, com uma música da Nana Mizuki nos fones.)
Tem autores que falam para fazer isto uma hora por dia e para quem não tem costume é uma ótima para começar. Só que se não for possível todos os dias, por conta de trabalho, de estudos, por outras razões, use o horário do seu final de semana. Veja qual é melhor para você. Mas claro, nesse caso, tem que mais de uma hora, podem ser duas ou até três. Não necessariamente todas corridas, pode-se dividir também. Não tem via de regra! É questão só de se organizar. (Se organizar direito, todo mundo escreve, ou melhor, todo mundo é escrito.)
E o que isso tem a ver com bloqueio, Anelise?
Ao fazer isto você se condiciona a sempre escrever naquela hora e já é justamente a hora que você flui, sendo que depois dela você faz suas outras tarefas. Então tem um bom tempo de descanso e um tempo de trabalho. E o descanso evita que o bloqueio aconteça, o exercício diário também.
Só outra coisa: Peçam para não te incomodarem nesse momento, porque ninguém merece parente chamando quando se está no meio da frase importante e depois se perde na imensidão.

Bem, pessoal, essas foram as dicas de hoje. Espero que tenham gostado.
Foram um pouco diferentes do habitual, porque eu faço mais regra de português e não de coisas conceituais assim.
Até a próxima!

Viajar é bom, mas chegar em casa...

terça-feira, 14 de março de 2017

É melhor ainda!
É bom poder respirar ares diferentes, ver pessoas diferentes... Mas nada é melhor do que poder dormir na nossa própria cama depois.
É bom comer sem ter que lavar a louça depois... Mas nada é melhor do que comer uma comida que a gente mesmo fez.
É bom poder se afastar um pouco dos problemas, porém eles só ficam em stand by, mas só esquecer que eles existem um pouco e se despreocupar já ajuda muito.
É bom poder tomar banho de piscina todo dia e também é bom tomar banho no chuveiro com alta pressão e água super gelada de casa. Acabar com o calor que é bom, não importa a forma.
Viagem é uma das melhores coisas que se pode fazer, ainda mais quando a gente precisa tirar um tempo para nós. A gente só se preocupa em qual o próximo que vamos conhecer ou em alguns casos, revistar, pois pode ser a um lugar que você já foi diversas vezes ou tem muito tempo que não vai.
Se afastar um pouco da tecnologia e só curtir o passeio. Desde que, a noite, antes de dormir, eu possa olhar as redes sociais com calma e com velocidade decente.
Não me importo de viajar, eu sei que faz muito bem. A gente precisa dessas coisas. Só que, para mim, não há coisa melhor do que a gente fazer todo o caminho de volta e finalmente abrir a porta da nossa casa e ver a nossa casa, que a gente acaba sentindo saudade durante a viagem.
Não há coisa melhor do que estarmos na nossa própria casa, com as nossas coisas, com a nossa rotina, com as energias renovadas!

Resenha #30: Helter Skelter (Mangá)

sábado, 11 de março de 2017

Olá, pessoal. Sejam bem-vindos a mais uma resenha do blog, a trigésima! E que por razões de bug do blogger, acabei apagando a postagem por conta de um bug do blogger que resolveu duplicar o título de uma postagem futura do blog e eu achando ser um bug de salvamento fui e deletei a mais antiga, só para depois querer mexer na resenha e ver que não estava mais aqui. Já xinguei muito no twitter e estou extremamente fula (para não dizer outra coisa) com o Blogger. Anos nesta indústria e é a primeira vez que me acontece. Ai ai!
Mas, não vou ficar aqui chorando que não vai resolver né? Estou contando o que houve.
Então, este era um mangá que tinha muito tempo que queria ler, desde que assisti a adaptação cinematográfica de 2012, de mesmo nome.
Vamos a sinopse e eu falo sobre!

Sinopse: Ganhador do “Prêmio Cultural Osamu Tezuka” de 2004, Helter Skelter é uma história de volume único da controversa Kyoko Okazaki. Após várias plásticas extensivas e manutenção vigorosa, Lilico se tornou a beleza em pessoa, virando uma modelo, atriz e cantora de enorme sucesso. No entanto, logo seu corpo começa a reagir mal às tantas cirurgias e ela se vê em decadência física. Agora, ela é obrigada a encarar as consequências do que fez e o inevitável fim.


Helter Skelter de Ryoko Okazaki conta a história de Lilico, que é a modelo mais famosa do Japão. Ela sempre aparece nas revistas, em comerciais, programas de TV e até em novelas. Mas, tem um porém, toda a beleza da Lilico é fabricada e falsa, totalmente fruto de cirurgias plásticas e procedimentos estéticos. E ela alterou praticamente seu corpo inteiro para poder se tornar modelo, apenas seus olhos, orelhas, ossos e vagina são realmente seus, de resto tudo foi alterado pelo bisturi. E para isso, contou com a ajuda de sua assessora (e ex-modelo): Mama.
Lilico sempre teve uma vida regada em sexo (com caras ricos, por dinheiro), drogas e bebidas. Ela não era assim uma pessoa muito boa. Destratava alguns dos que trabalhavam com ela, especialmente a Hada, que era a sua ajudante. Gente, Lilico pegando o namorado da Hada é algo assustador, você fica sem reação quando acontece. E a gente vê o amor da vida dela se casar com outra mulher, de forma arranjada, é claro.
O mangá tem nove capítulos e se passa desde o auge da carreira de Lilico até o declínio dela, quando efeitos colaterais por conta das cirurgias começam a parecer, que são várias manchas pelo corpo, como se fosse um hematoma. A modelo entra em desespero e a clínica onde fez as cirurgias lhe oferece um tratamento que pode retardar o aparecimento destas manchas. É o um coquetel de medicamentos que dão ainda mais efeitos colaterais, que praticamente pioram e muito o humor da Lilico. Ela passa mal, vomita, os cabelos caem.
Ela sabia bem que a vida de modelo (e as suas cirurgias) tinha data de validade. Ela sabia bem que uma hora o tempo dela iria acabar e isso se torna mais evidente com a chegada de uma nova modelo: Kozue, que é só uma menina de 15 anos e que passa a pegar os trabalhos que eram da Lilico. E por conta do tratamento, não pode mais ajudar a família financeiramente como antes, pois o dinheiro que ganha, que acaba diminuindo, só acaba cobrindo o valor dos remédios.
A clínica onde Lilico é cliente (falei igual no mangá) está envolvida em uma investigação por conta de diversos casos de suicídio de ex-clientes e também por conta de procedimentos ilegais, onde até algumas pesquisas usam métodos não tão corretos assim.
Uma das cenas mais marcantes deste mangá e quando a Lilico se torna uma lenda, deixando de ser uma figura pública famosa para se tornar uma espécie de deusa para as outras pessoas.  E claro, anos depois, Kozue reencontra a Lilico. (Aka. Melhor cena)
Este mangá é maravilhoso e uma total crítica aos padrões de beleza impostos a nós pela sociedade. O excesso de sacrifícios em prol de uma beleza falsa e que talvez nem dure tanto assim. A forma da qual a mídia impõe estes padrões. E mesmo a criatura mais perfeita, que era a Lilico, não teve uma beleza que durou para sempre, simbolizado pelas manchas.
Além disso, temos uma adaptação japonesa cinematográfica de 2012, com a atriz Erika Sawajiri como a Lilico. E o filme consegue representar e passar muito bem essa história, mesmo com alguns cortes, que sempre tem, e algumas alterações.
Uma pena que o mangá está "incompleto", mas se ele é maravilhoso assim já, imagine se a autora tivesse realmente nos dado uma versão final. A autora sofreu um acidente, foi atropelada, pouco após terminar os esboços e só pode fazer algumas alterações durante a fisioterapia. Porém, ela nunca se recuperou completamente. Ela até desenha até hoje, mas não no mesmo fluxo de antes.
É um mangá que super recomendo a leitura e também o filme. De longe, um dos meus favoritos!


E claro, temos resenha em vídeo também! :3

Espero que tenham gostado desta resenha, mesmo ela sendo refeita por razões de força maior.

Parceria: Autora Adrielii Almeida

terça-feira, 7 de março de 2017
Olá, pessoal!
Hoje, com muita alegria e até honra, anuncio mais uma autora parceria do blog: Adrielli Almeida.
Uma autora que conheci numa das minhas andanças pelo wattpad, onde li a degustação de Feita de Letra e Música e pelo qual me apaixonei de cara, mas nem tive oportunidade de ler ainda. Mas, eM breve, finalmente poderei ler o livro da autora. (E a continuação!) =D
Alias, considero essa moça, um jovem talento nacional!
Vejam mais sobre os livros publicados dela e sobre ela.


Sinopse: Lívia Bonjardim poderia ser uma garota completamente comum, se não tivesse em mãos um blog chamado Believe com milhares de leitores. O problema é que o blog é anônimo: ninguém sabe quem é a dona, muito menos quem é a garota Believe que ajuda centenas de meninas em seus problemas cotidianos. Quando Lívia perde o caderno que contém as informações do blog, a situação vira uma tremenda bola de neve, até que ela se vê diante de uma situação desesperadora: escolher entre o homem que ama ou os seus sonhos. Livro no Skoob / Degustação no Wattpad


Sinopse: Lívia Bonjardim está em apuros.
Uma garota normal como ela, que sempre levou uma vida pacata e tentou não se meter em (muitos) problema, agora está diante de inúmeras situações desesperadoras.
Sua relação com o pai vai de mal a pior.
Seu irmão mais velho, sempre presente, está cada dia mais distante dela.
Sua escola está uma loucura graças a formatura eminente e os inúmeros preparativos que estão sendo feitos.
Sua mãe divorciada e o namorado novo estão cada vez mais sérios...
E o pior de todos os problemas: Lívia fez algo do qual se arrepende amargamente, mas não tem como voltar atrás e mudar sua decisão – além disso, nem todas as pessoas sabem a hora de esquecer o passado e seguir em frente.
Com boas doses de amizade, romance, música e sonhos, Lívia vai aprender que a vida se torna incrivelmente mais fácil quando dançamos conforme a melodia.                                                  
Livro no Skoob / Degustação no Wattpad
A autora tem outros projetos que estão disponíveis para leitura no wattpad, por exemplo: O Irmão do Noivo e Tempestade.

Sobre a autora: Adrielli Almeida é estudante, aquariana, gremista e curitibana de nascimento e de coração. Seus livros vivem espalhados pela casa. Ela tem a péssima mania de anotar ideias pelo braço e é completamente apaixonada por literatura nacional. Quando não está lendo ou escrevendo, você pode encontrá-la assistindo as séries de Matt Groening, garimpando sebos e andando à cavalo. Adrielli não toca piano nem um blog anônimo famoso, mas não vive sem música e é viciada nas redes sociais. Página do Facebook / Perfil no Wattpad

Adri, seja bem-vinda ao blog. E que essa parceria seja boa para todos! Será uma honra ler suas obras mais a fundo. Quero conhecer mais seu lado autora, o pessoal até conheço um pouco né? =D